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Melhor Baixo 5 Corda Custo Benefício: 10 Modelos

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
10 min. de leitura

Escolher um instrumento de cinco cordas exige atenção aos detalhes, especialmente quando o orçamento é limitado. A quinta corda, geralmente afinada em Si (B) grave, demanda uma construção sólida e captadores capazes de reproduzir frequências sub-graves sem embolar o som.

Analisamos as opções mais competitivas do mercado atual para garantir que seu investimento resulte em timbre definido e tocabilidade confortável, seja para tocar na igreja, em bares ou no estúdio caseiro.

Ativo ou Passivo: Como Escolher o Sistema Ideal?

A primeira grande decisão ao comprar o melhor baixo 5 corda custo benefício envolve a eletrônica do instrumento. Baixos ativos possuem um pré-amplificador interno alimentado por bateria (geralmente 9V).

Esse sistema permite cortar ou impulsionar frequências específicas, como graves, médios e agudos, diretamente no corpo do baixo. Para quem toca estilos modernos como Gospel, Pop ou Metal, o sistema ativo oferece o ganho e a compressão natural necessários para que a quinta corda soe com peso e definição.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Por outro lado, os baixos passivos não dependem de bateria e entregam um som mais orgânico e dinâmico. Eles são a preferência de puristas que buscam timbres clássicos de Jazz, Blues e Rock Clássico.

Embora tenham menos saída que os ativos, os passivos respondem melhor às nuances da mão do músico. Se você busca versatilidade extrema e facilidade para moldar o som no palco, o ativo costuma ser a escolha mais segura nessa faixa de preço.

Top 10 Melhores Baixos 5 Cordas Custo Benefício

1. Contrabaixo Tagima Millenium 5 Cordas Natural

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 09/01/2026

Contrabaixo Millenium Natural 5 Cordas Tagima...

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O Tagima Millenium 5 é frequentemente citado como a referência de entrada para quem precisa de um baixo ativo confiável. Este modelo se destaca pela sua versatilidade sonora proporcionada pelos captadores Soapbar e um equalizador ativo eficiente.

Ele é a escolha perfeita para músicos de igreja e bandas de baile que precisam transitar por diversos estilos musicais sem trocar de instrumento. A madeira do corpo, geralmente Basswood, garante leveza, o que é um ponto positivo para quem toca em pé por longos períodos.

Sonoramente, o pré-amplificador ativo entrega um reforço considerável nos graves, fazendo com que o "Sizão" (quinta corda) tenha presença. No entanto, o acabamento dos trastes e a regulagem de fábrica podem variar.

É comum que este instrumento necessite de um ajuste inicial por um luthier para baixar a ação das cordas e polir as arestas dos trastes, garantindo o conforto ideal.

Prós
  • Sistema ativo com boa resposta de equalização.
  • Corpo leve em Basswood, ideal para longas gigs.
  • Visual moderno com acabamento natural acetinado.
Contras
  • Ferragens (tarraxas e ponte) são genéricas e podem oxidar rápido.
  • Exige regulagem inicial para otimizar a tocabilidade.

2. Contrabaixo Elétrico Tagima XB 21 5 Cordas

Nossa escolha
RecomendadoAtualizado Hoje: 09/01/2026

Contra-baixo elétrico Tagima - XB 21 5 BK DF...

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O Tagima XB 21 foca no público que busca um design mais agressivo e moderno, fugindo dos formatos tradicionais. Sua configuração de captadores, geralmente no formato P-J (Precision e Jazz) ou Soapbar dependendo do lote, oferece uma paleta de sons interessante.

Este baixo é indicado para estudantes que querem um visual diferenciado e um braço relativamente confortável para iniciar os estudos de técnicas como slap e pizzicato.

A construção do XB 21 prioriza a robustez, mas o controle de qualidade no acabamento elétrico às vezes deixa a desejar. O som é honesto para a faixa de preço, com médios bem pronunciados.

Contudo, a blindagem da parte elétrica pode ser insuficiente, gerando ruídos indesejados (hum) quando se toca perto de amplificadores ou luzes de palco, algo que pode exigir uma blindagem posterior com fita de cobre.

Prós
  • Design moderno e ergonômico.
  • Preço acessível para um instrumento de 5 cordas.
  • Braço com perfil confortável para iniciantes.
Contras
  • Blindagem elétrica fraca pode causar ruídos.
  • Potenciômetros podem apresentar chiado com o tempo.

3. Baixo Ativo Tagima TBM-5 Classic Series Sunburst

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 09/01/2026

Contra-baixo ativo 5 cordas Sunburst TBM-5 Classic Series Tagima...

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Inspirado nos icônicos Music Man, o Tagima TBM-5 é uma máquina de groove focada no ataque e na definição. Com um único captador Humbucker grande na posição da ponte, este baixo é ideal para quem toca Funk, Rock e Pop e precisa de um som que corte a mixagem.

O timbre é caracterizado por médios-agudos percussivos, tornando-o uma excelente plataforma para técnicas de Slap.

A simplicidade de ter apenas um captador é sua maior força e também sua limitação. Você obtém aquele som estalado clássico com facilidade, mas perde a versatilidade de timbres mais aveludados e graves gordos que um captador de braço proporcionaria.

O corpo em Basswood ajuda a equilibrar o peso, mas o braço pode parecer um pouco mais largo para quem tem mãos pequenas.

Prós
  • Timbre percussivo e definido, excelente para Slap.
  • Visual clássico inspirado no Music Man StingRay.
  • Alto nível de saída do captador Humbucker.
Contras
  • Menos versátil por possuir apenas um captador.
  • Pode soar excessivamente brilhante para estilos mais tradicionais.

4. Baixo Ativo Strinberg SAB500 Vintage Sunburst

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 09/01/2026

Baixo 5 Cordas Ativo Sab500 Vintage Sunburst Strinberg...

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O Strinberg SAB500 é um concorrente direto da linha Millenium da Tagima, oferecendo uma construção robusta e estética tradicional. Este modelo é recomendado para músicos que buscam durabilidade e um som encorpado.

Seu corpo em Ash (ou variações similares dependendo da safra) costuma entregar um sustain superior e uma ressonância acústica muito agradável, mesmo antes de plugar o instrumento.

A eletrônica ativa do SAB500 é funcional, mas o pré-amplificador pode soar um pouco artificial se os agudos forem usados no máximo. O peso do instrumento é uma consideração importante; modelos da Strinberg tendem a ser um pouco mais pesados que os da concorrência, o que pode gerar fadiga no ombro após horas de ensaio se você não usar uma correia larga e acolchoada.

Prós
  • Construção sólida e sensação de durabilidade.
  • Boa ressonância acústica da madeira.
  • Estética vintage com acabamento Sunburst atraente.
Contras
  • Peso elevado pode cansar em apresentações longas.
  • Pré-amplificador pode gerar chiado em volumes altos.

5. Contrabaixo Tagima Mill 5 Top NTS DF

Contra-baixo elétrico Tagima - MILL 5 TOP NTS DF...

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O Tagima Mill 5 Top é a evolução estética da linha Millenium, trazendo um tampo (top) em madeira diferenciada que confere um visual de instrumento de boutique. É a escolha certa para quem valoriza a apresentação visual no palco tanto quanto o som.

A configuração eletrônica mantém o padrão versátil da linha, mas o acabamento superior inspira mais confiança e conforto ao toque.

Embora o visual seja premium, a essência do hardware permanece na categoria intermediária. O som é muito similar ao modelo Millenium padrão, com bons graves e médios controláveis.

O diferencial aqui é puramente estético e de acabamento fino, justificando o preço um pouco mais elevado para quem não quer um instrumento com cara de "iniciante".

Prós
  • Visual premium com tampo em madeira exótica.
  • Acabamento superior ao modelo básico da linha.
  • Versatilidade sonora para diversos gêneros.
Contras
  • Preço mais alto principalmente por questões estéticas.
  • Nut (pestana) de plástico simples pode prejudicar a afinação.

6. Baixo Elétrico Ibanez GSR205BK 5 Cordas

Ibanez GSR205BK 5 cordas baixo elétrico (preto)...

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O Ibanez GSR205BK traz o DNA de uma das marcas mais respeitadas do mundo para uma faixa de preço acessível. O grande trunfo deste baixo é o braço com perfil GSR5, conhecido por ser fino e extremamente rápido.

É a melhor opção para baixistas que vêm do instrumento de 4 cordas e têm receio de não se adaptar à largura do braço de 5 cordas, ou para quem tem mãos menores e busca agilidade.

Equipado com o sistema Phat II EQ, ele oferece um reforço de graves ativo que dá corpo ao som instantaneamente. No entanto, os captadores passivos originais podem soar um pouco magros sem esse reforço ativado.

O acabamento preto é sóbrio e profissional, mas os knobs (botões) de plástico passam uma sensação de fragilidade e são os primeiros itens que muitos proprietários optam por trocar.

Prós
  • Braço mais fino e rápido da categoria (perfil GSR).
  • Reforço de graves Phat II EQ muito eficiente.
  • Ergonomia excelente e peso equilibrado.
Contras
  • Captadores originais têm saída moderada sem o boost.
  • Botões e acabamentos plásticos parecem frágeis.

7. Baixo Passivo Tagima TW-73 Woodstock Series

Para os amantes do som vintage, o Tagima TW-73 da linha Woodstock é uma homenagem direta ao Jazz Bass clássico. Sendo um instrumento passivo, ele oferece aquele ronco característico nos médios-graves que define o som de bandas de Rock Clássico e Motown.

É ideal para músicos que preferem controlar a dinâmica com os dedos e não querem se preocupar com baterias acabando no meio do show.

O corpo em Poplar e o braço em Maple proporcionam um timbre brilhante e estalado. A quinta corda em baixos passivos dessa faixa de preço, contudo, exige atenção: ela pode não ter o mesmo "punch" de um baixo ativo, soando um pouco mais frouxa se não houver um bom setup e cordas de alta qualidade.

É um instrumento que brilha mais quando ligado a um bom amplificador.

Prós
  • Timbre clássico de Jazz Bass (rico em médios).
  • Construção passiva de baixa manutenção (sem bateria).
  • Visual vintage autêntico.
Contras
  • Quinta corda pode soar menos definida sem compressão externa.
  • Captadores single-coil podem captar interferência (hum) se isolados.

8. Baixo Strinberg JBS-45 Jazz Bass Passivo

O Strinberg JBS-45 é outra excelente interpretação do formato Jazz Bass, competindo diretamente com o TW-73, mas muitas vezes com um preço ligeiramente mais agressivo. Ele é perfeito para quem busca uma plataforma de modificação (modding).

A madeira base costuma ser honesta, permitindo que upgrades futuros de captadores e ponte transformem este baixo em uma ferramenta profissional.

Sua tocabilidade é padrão para o estilo, com um braço que não é nem muito fino nem muito grosso. O som original é decente, mas falta um pouco de personalidade nos agudos. Um ponto de atenção é o nivelamento dos trastes; algumas unidades podem vir com trastes altos que causam trastejamento, exigindo uma visita ao luthier logo após a compra.

Prós
  • Ótimo custo-benefício para estilo Jazz Bass.
  • Boa base para upgrades futuros.
  • Estética tradicional bem executada.
Contras
  • Controle de qualidade dos trastes oscila.
  • Captadores originais com som um pouco genérico.

9. Contrabaixo Jazz Bass Seven SJB-57 com Bag

A marca Seven entra na lista como uma opção de custo extremamente baixo, visando o iniciante absoluto ou quem precisa de um "baixo de batalha" para deixar no porta-malas. O modelo SJB-57 segue a linha Jazz Bass e já vem com bag, o que agrega valor ao pacote inicial.

É indicado para quem está com o orçamento apertadíssimo e precisa começar a tocar imediatamente.

Não espere acabamentos refinados ou madeiras nobres aqui. O foco é funcionalidade. O som é o esperado de um Jazz Bass passivo genérico. As tarraxas são o ponto fraco mais evidente, podendo ter dificuldade em manter a afinação se o músico tiver uma pegada muito pesada.

Para estudos em casa e primeiras aulas, ele cumpre o papel, mas tem limitações claras para uso profissional.

Prós
  • Preço extremamente acessível.
  • Inclui capa (bag) no pacote.
  • Serve bem para aprendizado inicial.
Contras
  • Tarraxas instáveis dificultam manter a afinação.
  • Acabamento rústico e componentes elétricos frágeis.

10. Baixo 5 Cordas MSR-5 Sunburst

BAIXO 5 CORDAS FIVE SUNBURST MSR-5 3TS...

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O MSR-5 representa a categoria de instrumentos OEM (fabricantes de equipamentos originais) que muitas vezes chegam ao mercado com marcas variadas, focando no essencial. Com configuração de captadores tipo Jazz Bass e circuito passivo, ele oferece o básico para quem quer explorar as 5 cordas sem compromisso financeiro alto.

É uma opção válida para hobbyistas.

A sonoridade é aceitável para prática, mas carece de profundidade nos graves, especialmente na corda Si. A construção é simples e o braço pode apresentar variações de conforto. A parte elétrica geralmente não possui blindagem adequada, o que significa que ruídos de fundo serão companheiros constantes se você não investir em um pedal de Noise Gate ou blindagem.

Prós
  • Custo de entrada muito baixo.
  • Visual tradicional aceitável.
  • Funcional para prática doméstica.
Contras
  • Som da quinta corda costuma ser indefinido.
  • Ruídos de fundo devido à falta de blindagem.

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Diferenças de Timbre: Jazz Bass vs Precision

Entender a diferença entre os formatos clássicos ajuda muito na compra. O Jazz Bass (como o Tagima TW-73) utiliza dois captadores single-coil. Isso permite misturar os sons, gerando um timbre rico, com médios cavados e agudos brilhantes.

É o som da versatilidade, usado do Funk ao Metal. Em baixos de 5 cordas, esse formato ajuda a dar clareza às notas mais graves.

Já o estilo Precision (menos comum puro em 5 cordas, mas presente em configurações híbridas como PJ) foca no peso e no "soco" dos médio-graves. O som é mais gordo e preenche a música, sendo perfeito para Rock e Soul.

Muitos baixos modernos desta lista usam captadores Soapbar (barras de sabão), que são humbuckers desenhados para capturar uma faixa de frequência mais ampla, tentando unir o peso do Precision com a definição do Jazz Bass, ideal para a quinta corda.

Importância da Escala e Conforto ao Tocar

Migrar de 4 para 5 cordas muda a ergonomia. O braço fica mais largo, o que exige uma postura correta da mão esquerda (ou direita para canhotos). Modelos como o Ibanez GSR205 são famosos por terem braços mais finos e espaçamento de cordas menor (16.

5mm na ponte), facilitando a vida de quem tem mãos pequenas ou gosta de tocar rápido.

Por outro lado, baixos como os Tagima estilo Jazz Bass costumam ter um espaçamento maior (perto de 19mm), o que é ótimo para técnicas de Slap, pois há mais espaço para o dedo entrar entre as cordas.

Verifique também o peso do instrumento; baixos de 5 cordas têm mais madeira e ferragens maiores. Um baixo mal balanceado (que mergulha a cabeça para o chão, o famoso "neck dive") pode causar dores nas costas e tendinite a longo prazo.

Perguntas Frequentes

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