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Melhor Baixo Intermediário: 8 Modelos para Evoluir no Instrumento

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
10 min. de leitura

Você já domina as escalas básicas e sente que o seu instrumento atual limita a sua expressão musical. Esse é o momento crucial de buscar o melhor baixo intermediário, um equipamento que ofereça conforto superior, afinação estável e um timbre que corte a mixagem com autoridade.

A categoria intermediária é onde você encontra o melhor retorno sobre o investimento, com madeiras de maior qualidade e circuitos que rivalizam com instrumentos profissionais.

Ativo ou Passivo: O Que Considerar na Compra?

A escolha entre sistema ativo e passivo define a personalidade do seu som. Baixos passivos não dependem de bateria e entregam um som mais orgânico e dinâmico. Eles são a escolha certa para quem busca timbres clássicos, vintage e uma resposta sensível ao toque dos dedos.

O sinal é mais puro, mas você tem menos controle de equalização no próprio instrumento.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Já os baixos ativos possuem um pré-amplificador interno alimentado por bateria, geralmente de 9V. Isso oferece um ganho de saída maior e permite cortar ou adicionar frequências de graves, médios e agudos diretamente no corpo do baixo.

Se você toca estilos modernos como Pop, Gospel ou Metal e precisa de um som "hifi" com bastante punch e definição, o circuito ativo é a ferramenta ideal para moldar seu timbre em tempo real.

Análise: Os 8 Melhores Baixos Intermediários

1. Contrabaixo Tagima Woodstock TW73 Vintage Branco

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

Contrabaixo Elétrico Branco Vintage TW73 Tagima...

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O Tagima TW73 da série Woodstock é amplamente considerado uma das melhores plataformas de Jazz Bass do mercado nacional na faixa intermediária. Este instrumento é ideal para quem busca a estética e a sonoridade dos anos 70 sem gastar uma fortuna.

O corpo em Poplar e o braço em Maple proporcionam um ataque estalado e brilhante, características essenciais para quem toca Funk, Soul e Rock Clássico. A configuração dos captadores JJ oferece aquela versatilidade icônica: som gordo no braço e médio-agudo cortante na ponte.

Sua construção respeita o design vintage, o que agrada puristas, mas também exige atenção. O braço tem uma pegada confortável, embora o acabamento dos trastes possa variar um pouco entre unidades, exigindo uma regulagem inicial por um luthier para ficar perfeito.

Se você quer um baixo passivo que responda bem a upgrades futuros de captadores ou ponte, o TW73 é a base sólida que você procura.

Prós
  • Estética vintage fiel aos clássicos
  • Timbre estalado ideal para Slap
  • Excelente plataforma para upgrades
Contras
  • Blindagem de fábrica pode apresentar ruídos
  • Acabamento dos trastes pode precisar de polimento

2. Baixo Memphis MB-40 Passivo 4 Cordas Satin Black

Nossa escolha
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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Embora a Memphis seja a linha de entrada da Tagima, o MB-40 com acabamento Satin Black se posiciona como um forte candidato no início da categoria intermediária pelo seu visual e configuração PJ.

Ele é perfeito para baixistas de Rock e Heavy Metal que precisam de um visual agressivo e fosco. A combinação de um captador Precision no meio e um Jazz na ponte entrega o melhor dos dois mundos: o peso e corpo do Precision com a definição do Jazz Bass.

A tocabilidade é facilitada pelo acabamento acetinado do braço, que não gruda na mão em dias de calor ou durante shows intensos. No entanto, é importante notar que as ferragens são mais simples.

As tarraxas mantêm a afinação em uso moderado, mas podem sofrer em situações de palco exigentes. É um instrumento honesto para quem prioriza versatilidade sonora e visual moderno com um orçamento controlado.

Prós
  • Configuração PJ oferece grande versatilidade sonora
  • Acabamento fosco moderno e confortável
  • Braço veloz com acabamento acetinado
Contras
  • Ferragens simples podem exigir troca futura
  • Captação original tem saída moderada

3. Contrabaixo Strinberg PBS40 Precision Bass

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

Contrabaixo Strinberg Pbs40 Precision Bass Passivo 4 C...

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O Strinberg PBS40 é a definição de "feijão com arroz" bem feito para quem busca o som gordo e fundamental do Precision Bass. Este modelo é indicado para baixistas que tocam em igrejas, bandas de blues ou rock clássico, onde o objetivo é preencher a música com graves sólidos e sem frescuras.

O corpo robusto e o captador split-coil único simplificam a operação: você pluga e já tem um som pronto e encorpado.

A Strinberg melhorou significativamente seu controle de qualidade nos últimos anos, e o PBS40 reflete isso com um acabamento superior ao de seus concorrentes diretos de preço. O braço tende a ser um pouco mais largo e grosso, característica do modelo Precision, o que pode ser um desafio para quem tem mãos muito pequenas, mas é excelente para quem busca firmeza na pegada.

O timbre é focado nos médio-graves, garantindo presença na banda.

Prós
  • Timbre clássico e encorpado de Precision Bass
  • Simplicidade de uso e regulagem
  • Ótima construção e acabamento para a faixa de preço
Contras
  • Braço mais grosso pode cansar mãos pequenas
  • Pouca versatilidade de timbres (apenas um som)

4. Contrabaixo Tagima Millenium 5 Cordas Natural

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

Contrabaixo Millenium Natural 5 Cordas Tagima...

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O Tagima Millenium Top 5 é um verdadeiro clássico nos palcos brasileiros, especialmente para músicos de baile e igrejas que necessitam da extensão da quinta corda. Este é um baixo ativo com equalização de graves, médios e agudos, permitindo esculpir o som para qualquer gênero musical.

O visual em madeira natural com verniz brilhante confere um ar de instrumento de boutique, muito superior ao seu preço real.

Sua ergonomia é um ponto forte: o corpo é desenhado para o conforto e o acesso às casas mais agudas é facilitado pelo cutaway profundo. A quinta corda (Si grave) tem uma tensão aceitável para a categoria, embora exija uma boa regulagem e cordas de qualidade para não soar "floppy" (frouxa).

O circuito ativo é poderoso, mas é vital lembrar de desconectar o cabo quando não estiver usando para não drenar a bateria.

Prós
  • Circuito ativo com equalização versátil
  • Visual premium em madeira natural
  • Acesso fácil às notas agudas
Contras
  • Consumo de bateria pode ser alto se descuidado
  • Peso do instrumento pode cansar em shows longos

5. Baixo 4 Cordas Jazz Bass Preto (JB BK)

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Este modelo segue a cartilha tradicional do Jazz Bass na cor preta, uma estética imortalizada por lendas como Geddy Lee e Jaco Pastorius. Focado no músico que precisa de um instrumento de trabalho confiável para estudos e apresentações locais, ele entrega o som anasalado e rico em harmônicos típico dos J-Bass.

A escala escura contrasta elegantemente com o corpo preto, oferecendo um visual sóbrio e profissional.

A tocabilidade é o destaque aqui, com um braço geralmente mais fino na região do nut (pestana), facilitando a execução de passagens rápidas e acordes. No entanto, em modelos genéricos ou de entrada com essa especificação, a parte elétrica (potenciômetros e jack) costuma ser o ponto fraco.

É um baixo que soa bem fora da caixa, mas que se transforma em uma máquina poderosa com uma simples blindagem e revisão da elétrica.

Prós
  • Braço confortável e rápido
  • Timbre rico em médios característico do Jazz Bass
  • Visual clássico e versátil
Contras
  • Componentes elétricos podem apresentar chiado
  • Pode necessitar de ajuste na altura das cordas

6. Baixo 5 Cordas Sunburst MSR-5 3TS

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Inspirado no design icônico dos baixos Music Man, o MSR-5 é a escolha para quem busca poder e ataque. A grande diferença deste modelo é o captador humbucker grande na posição da ponte.

Isso resulta em um som extremamente agressivo, com médios cortantes e um "ronco" inconfundível. É o baixo intermediário perfeito para quem toca Funk, Rock Moderno ou qualquer estilo onde o baixo precisa ser o protagonista rítmico.

A quinta corda adiciona peso aos riffs, e a posição do captador favorece muito a técnica de Slap, pois deixa bastante espaço livre perto do braço para a mão direita trabalhar. Contudo, essa configuração de captador único limita um pouco a variedade de timbres suaves.

Se o seu objetivo é tocar baladas ou jazz tradicional, ele pode soar um pouco agressivo demais, a menos que você trabalhe bem a equalização do amplificador.

Prós
  • Ataque poderoso e som definido
  • Excelente para técnicas de Slap
  • Visual impactante estilo Music Man
Contras
  • Menos versátil para estilos suaves
  • Pode ser pesado devido ao corpo robusto

7. Contrabaixo Strinberg PBS 40 Sunburst Passivo

Variação do modelo PBS40 anterior, esta versão em Sunburst apela para o baixista que valoriza a estética tradicional dos anos 60. A construção mantém o padrão de qualidade Strinberg, com madeiras selecionadas que garantem uma boa ressonância mesmo desconectado.

O verniz Sunburst é bem aplicado, dando uma aparência de instrumento muito mais caro do que realmente é.

Sonoramente, ele entrega aquele "thump" grave e seco que funciona maravilhosamente bem com cordas flatwound (lisas). É a ferramenta de trabalho ideal para produtores musicais e baixistas de estúdio iniciantes que precisam de um som limpo e fácil de mixar.

A simplicidade do circuito passivo significa menos manutenção e zero preocupação com baterias no meio da apresentação.

Prós
  • Acabamento Sunburst de alta qualidade
  • Som pronto para gravação e mixagem
  • Manutenção simples e barata
Contras
  • Controle de tom tem atuação sutil
  • Espaçamento de cordas pode parecer largo para iniciantes

8. Baixo Ibanez 5 Cordas GSR205SM Natural Gray

O Ibanez GSR205SM é, sem dúvida, o modelo mais refinado e moderno desta lista. Pertencente à série Gio, ele traz o DNA de velocidade da Ibanez para um preço acessível. O destaque absoluto é o braço: fino, rápido e com acabamento acetinado, permitindo que você voe pelas escalas com um conforto que marcas mais tradicionais não oferecem.

O topo em Spalted Maple (a madeira desenhada no corpo) dá um visual exótico e luxuoso.

Equipado com o sistema de reforço de graves Phat II EQ, este baixo ativo entrega um som massivo, ideal para Metal, Fusion e Gospel contemporâneo. A captação humbucker dupla garante silêncio (sem ruídos de 60hz) e muito ganho.

Se você busca um instrumento intermediário que já flerta com a categoria profissional em termos de tocabilidade e acabamento, o investimento extra no Ibanez vale cada centavo.

Prós
  • Braço mais fino e confortável da categoria
  • Visual exótico com topo em Spalted Maple
  • Eletrônica ativa com boost de graves poderoso
Contras
  • Preço mais elevado que os concorrentes
  • Timbre muito moderno pode não agradar puristas do vintage

Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?

4 ou 5 Cordas: Qual a Escolha Certa para Você?

A decisão entre 4 e 5 cordas vai além da simples adição de notas: ela muda a forma como você aborda o instrumento. O baixo de 4 cordas é o padrão da indústria. Ele possui um braço mais estreito, o que facilita o aprendizado e a execução de técnicas como Slap, pois o espaçamento entre as cordas é maior.

Se o seu foco é Rock clássico, Punk, Funk ou Blues, o 4 cordas resolve 99% das suas necessidades com mais conforto.

Por outro lado, o baixo de 5 cordas adiciona uma corda Si (B) grave. Isso é essencial para estilos modernos como Pop atual, Sertanejo, Gospel e Metal, onde os arranjos frequentemente descem além do Mi (E) tradicional.

Além disso, a 5ª corda permite que você toque notas graves em posições mais altas do braço (casa 5 em diante), economizando movimentação da mão esquerda. Se você toca na igreja ou em bandas de baile, as 5 cordas são praticamente obrigatórias hoje em dia.

A Influência da Madeira no Timbre do Baixo

Na categoria de baixo intermediário, as madeiras deixam de ser genéricas e passam a influenciar o timbre. O Poplar e o Basswood são muito comuns: são madeiras leves, com sonoridade equilibrada, embora não tenham tanto sustain quanto madeiras mais nobres.

Elas funcionam muito bem, especialmente em baixos ativos onde o pré-amplificador compensa qualquer falta de brilho natural.

O Maple, usado na maioria dos braços e escalas claras, adiciona ataque e brilho, deixando o som mais percussivo. Já escalas escuras, que antigamente eram de Rosewood e hoje frequentemente usam substitutos técnicos (tech wood) ou Jatobá, tendem a oferecer um som ligeiramente mais quente e aveludado.

Ao escolher, considere também o peso: baixos de Ash ou Mahogany (Mogno) podem ter um som incrível, mas o peso excessivo pode causar dores nas costas após horas de ensaio.

Tagima, Ibanez ou Strinberg: Qual Marca Escolher?

  • Tagima: É a rainha do custo-benefício no Brasil. Se você busca facilidade de revenda e peças de reposição fáceis de encontrar, a Tagima é imbatível. Suas linhas Woodstock e Millenium são padrões de mercado.
  • Strinberg: Evoluiu muito em acabamento. Hoje, oferece instrumentos com visual mais moderno e construção robusta por um preço muitas vezes menor que a Tagima. É a escolha para quem quer maximizar cada centavo investido em qualidade de construção.
  • Ibanez: Foca em ergonomia e performance. Mesmo na linha de entrada/intermediária (GIO), os braços são mais finos e rápidos. Se você tem mãos pequenas ou quer tocar estilos técnicos e velozes, a Ibanez oferece a melhor tocabilidade, embora custe um pouco mais.

Perguntas Frequentes (FAQ)

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