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Melhor Baixo Profissional: 8 Modelos em Destaque

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
11 min. de leitura

Escolher um contrabaixo profissional exige atenção aos detalhes técnicos. Este guia apresenta os modelos mais eficientes do mercado brasileiro. Você encontrará análises sobre captação, ergonomia e qualidade das madeiras.

O objetivo é garantir um instrumento capaz de entregar som limpo e definido em qualquer situação. Músicos experientes valorizam a estabilidade da afinação e a resposta tonal. Cada item selecionado atende requisitos rigorosos de construção.

Prepare-se para conhecer opções ideais para gravações em estúdio e performances ao vivo.

Critérios de Escolha: Captadores e Madeiras

A sonoridade de um baixo profissional depende diretamente dos componentes eletrônicos. Captadores do tipo Single Coil oferecem brilho e clareza. Eles são comuns em modelos Jazz Bass.

Já os captadores Split Coil entregam médios agressivos e graves encorpados. Modelos ativos possuem pré-amplificadores internos. Eles permitem ajustes finos de graves, médios e agudos diretamente no instrumento.

Músicos de rock e metal costumam preferir captadores Humbucker pela ausência de ruídos indesejados e ganho elevado. A escolha do captador define a identidade sonora da sua música.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

A madeira influencia o sustain e o peso do instrumento. O Poplar é leve e oferece timbre equilibrado. O Maple, usado frequentemente em braços e escalas, garante ataques rápidos e notas definidas.

Escalas em Technical Wood ou Rosewood trazem calor ao som. O acabamento do braço impacta a velocidade da execução. Braços com acabamento acetinado facilitam o deslize da mão. Verifique sempre o tipo de ponte e tarraxas.

Componentes de metal fundido mantêm a afinação por períodos longos. Instrumentos profissionais apresentam construção sólida e ausência de trastes ásperos.

Análise Detalhada: Os 8 Melhores Baixos

1. Tagima TW-65 Woodstock Black Passivo

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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O Tagima TW-65 Woodstock representa a tradição do modelo Precision Bass. Seu corpo em Poplar garante leveza durante horas de uso. O captador modelo P-model entrega o timbre clássico, focado em médios-graves potentes.

Este instrumento é a escolha ideal para baixistas de blues, rock e punk. Sua eletrônica passiva simplifica o uso, exigindo apenas um cabo de qualidade para soar bem. O braço em Maple oferece estabilidade e uma pegada confortável para mãos de diferentes tamanhos.

A construção deste modelo foca na durabilidade. As tarraxas vintage mantêm a tensão das cordas de forma eficiente. A ponte cromada permite ajustes precisos de oitavas e altura. O escudo preto sobre o corpo preto confere um visual sóbrio e profissional.

Este baixo atende perfeitamente quem busca um som percussivo e direto. Ele corta bem na mixagem da banda sem embolar com o bumbo da bateria. É um instrumento confiável para o trabalho diário em bares e palcos abertos.

Prós
  • Timbre clássico de Precision Bass
  • Corpo leve em Poplar
  • Visual vintage elegante
  • Braço confortável em Maple
Contras
  • Captação passiva limita ajustes de EQ no baixo
  • Menor versatilidade tonal comparado ao Jazz Bass

2. Tagima XB 21 5 Cordas Ativo

Nossa escolha
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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Para quem necessita de notas graves extras, o Tagima XB 21 é uma solução moderna. Este modelo de 5 cordas possui circuito ativo. O pré-amplificador interno permite reforçar frequências específicas.

Os dois captadores Soapbar proporcionam um som contemporâneo e limpo. Ele se destaca em gêneros como gospel, fusion e metal. A quinta corda (Si grave) apresenta boa tensão, evitando sons frouxos ou sem definição.

O design do corpo facilita o acesso às casas mais agudas da escala.

A ergonomia é um ponto forte do XB 21. O braço possui largura adequada para facilitar a transição entre as cordas. O acabamento natural ou fosco agrada músicos com estilo discreto.

Controles de volume, balanço e tonalidade oferecem controle total sobre a saída do som. A ponte individual para cada corda melhora a ressonância natural da madeira. Este baixo suporta afinações baixas sem perder a integridade estrutural.

É uma ferramenta de trabalho versátil para o músico de estúdio.

Prós
  • Circuito ativo com grande controle tonal
  • Quinta corda com boa definição
  • Captadores Soapbar silenciosos
  • Acesso fácil aos trastes agudos
Contras
  • Exige bateria 9V para funcionar
  • Peso ligeiramente superior aos modelos de 4 cordas

3. Tagima TW-73 Vintage Branco Escala Clara

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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O TW-73 Vintage é a interpretação da Tagima para o icônico Jazz Bass. Sua configuração de dois captadores Single Coil oferece uma paleta sonora ampla. Você consegue timbres estalados usando o captador da ponte ou sons aveludados com o captador do braço.

A escala clara em Maple adiciona brilho extra às notas. Este modelo agrada baixistas de jazz, funk e MPB. O corpo em Poplar possui as curvas tradicionais que garantem conforto ao tocar sentado ou em pé.

O acabamento branco olímpico com o escudo tortoise cria uma estética clássica. Os controles individuais de volume para cada captador permitem misturar as fontes sonoras. Isso gera versatilidade para diferentes estilos musicais em uma mesma apresentação.

O braço é mais fino na região da pestana, facilitando frases rápidas e técnicas de slap. A estabilidade das tarraxas evita surpresas durante o show. É um baixo com visual de boutique e performance profissional consistente.

Prós
  • Grande versatilidade de timbres
  • Braço fino e veloz
  • Estética vintage refinada
  • Escala em Maple com ótimo ataque
Contras
  • Captadores single coil podem apresentar ruído em redes elétricas ruins
  • Exige blindagem extra para uso profissional extremo

4. Tagima TW-73 MDSV 4 Cordas Sunburst

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

Contra Baixo Tagima Tw-73 MDSV Bk 4 Cordas...

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Este modelo TW-73 apresenta o acabamento Sunburst, favorito de muitos colecionadores. A construção segue o padrão Jazz Bass com foco na qualidade tonal. A escala escura em Technical Wood entrega um som mais quente e macio.

Ele equilibra bem o brilho dos captadores Single Coil. Este baixo é ideal para quem busca o visual dos anos 60 e 70. Sua resposta em frequências médias ajuda a definir a linha de baixo em gravações densas.

O hardware cromado resiste bem à oxidação.

A tocabilidade deste instrumento é fluida. O ajuste de fábrica costuma vir com ação de cordas confortável. Os trastes médios são bem acabados, evitando cortes nos dedos. O controle de tonalidade master atua de forma eficiente, fechando o brilho para sons de soul ou reggae.

O peso equilibrado evita dores nos ombros em apresentações longas. A Tagima entrega aqui um produto com excelente custo benefício para o mercado profissional brasileiro. É uma peça central para qualquer setup de cordas.

Prós
  • Acabamento Sunburst clássico
  • Som quente com escala em Technical Wood
  • Hardware resistente
  • Excelente equilíbrio de peso
Contras
  • Pode demandar regulagem fina após a compra
  • Cabo incluso costuma ser simples demais

5. Ibanez GIO GSR200 com Bass Boost

O Ibanez GSR200 é reconhecido pela ergonomia superior. Seu corpo é menor e mais leve que os modelos tradicionais. O grande diferencial é o circuito Phat II EQ. Este sistema adiciona um reforço significativo nos graves com apenas um movimento de botão.

Ele transforma o som magro em uma parede sonora potente. É a escolha perfeita para músicos de rock pesado e metal que precisam de impacto. O braço em Maple é extremamente fino e rápido, marca registrada da Ibanez.

A configuração de captadores é híbrida, com um P-style no braço e um J-style na ponte. Essa mistura oferece o melhor dos dois mundos: o peso do Precision e a definição do Jazz Bass.

A ponte B10 permite trocas de cordas rápidas e mantém a entonação estável. O acabamento em verniz protege a madeira contra umidade e suor. Este baixo atende tanto iniciantes exigentes quanto profissionais que buscam um instrumento reserva de alta qualidade.

A confiabilidade da marca Ibanez é evidente em cada componente.

Prós
  • Circuito Phat II Bass Boost potente
  • Corpo compacto e muito ergonômico
  • Braço fino ideal para técnica rápida
  • Configuração de captadores versátil
Contras
  • Visual moderno pode não agradar puristas
  • Circuito ativo consome bateria rapidamente se esquecido ligado

6. Seven Music SBM-47 Branco com Bag

O Seven Music SBM-47 surge como uma opção acessível para o ambiente profissional. Este baixo foca na praticidade, vindo acompanhado de uma bag para transporte. Sua configuração segue o padrão de captação Jazz Bass.

O acabamento branco traz uma estética limpa para o palco. Ele entrega um timbre honesto com boa definição de notas. É indicado para músicos que precisam de um instrumento confiável para ensaios e apresentações em igrejas ou eventos sociais.

O corpo sólido proporciona um sustain adequado para baladas e músicas lentas. O braço possui formato em C, encaixando bem na palma da mão. Os controles de volume e tonalidade são intuitivos e respondem bem a pequenas mudanças.

As tarraxas blindadas são um ponto positivo, protegendo o mecanismo interno contra poeira. Embora menos conhecido que marcas gigantes, este modelo cumpre o papel de ferramenta de trabalho.

O custo reduzido permite investir em outros periféricos como pedais e amplificadores.

Prós
  • Acompanha bag de transporte
  • Tarraxas blindadas
  • Preço competitivo
  • Design funcional
Contras
  • Marca com menor valor de revenda
  • Acabamento dos trastes pode ser mais simples

7. Tagima TW-66 Woodstock Butterscott

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O Tagima TW-66 Butterscott remete aos primeiros baixos elétricos da história. Seu design inspirado nos modelos Telecaster Bass atrai quem busca originalidade visual. O captador Single Coil posicionado no centro entrega um som focado e rústico.

Este baixo é excelente para country, rock clássico e indie. A cor Butterscott combinada com o escudo preto oferece um charme retrô irresistível. A construção em Poplar mantém o peso sob controle, facilitando a performance.

O timbre deste modelo é mais seco e percussivo. Ele não possui os graves profundos de um Precision moderno, mas oferece uma clareza única nas notas médias. O braço em Maple com escala clara reforça esse caráter estalado.

A ponte com dois carrinhos por corda segue o padrão vintage. É um instrumento com muita personalidade sonora. Se você busca um baixo que se destaque visualmente e tenha um som autêntico dos anos 50, o TW-66 é a escolha certa.

Prós
  • Visual vintage único e icônico
  • Timbre médio-agudo muito definido
  • Braço em Maple de alta qualidade
  • Instrumento leve
Contras
  • Configuração de captador única limita sons graves
  • Ponte vintage dificulta ajuste individual de oitavas

8. Tagima TW-73 BK LF Preto com Escudo

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O Tagima TW-73 BK LF é a versão definitiva do Jazz Bass para quem prefere o visual 'all black'. Com corpo, braço e escala em tons escuros, este baixo impõe respeito no palco. Ele utiliza dois captadores Single Coil da linha Woodstock.

A sonoridade é versátil, atendendo desde o slap agressivo até o dedilhado suave. O escudo sanduíche de três camadas garante proteção e durabilidade. É um instrumento robusto para o músico que enfrenta turnês constantes.

A escala em Technical Wood oferece uma superfície de toque suave. A resposta de graves é firme, sem sobras desagradáveis. O acesso ao tensor é facilitado, permitindo ajustes rápidos de curvatura do braço.

Este modelo é muito procurado por professores e alunos avançados pela sua precisão tonal. As tarraxas do tipo trevo são precisas e mantêm a afinação estável mesmo com uso intenso.

Este baixo representa a maturidade da linha Woodstock da Tagima no Brasil.

Prós
  • Visual moderno e imponente
  • Captadores com boa saída
  • Escala confortável
  • Construção sólida
Contras
  • Pode ser pesado para músicos menores
  • Exige limpeza frequente para manter o brilho do preto

Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?

Timbre Ativo vs Passivo: Qual Escolher?

Baixos passivos dependem apenas da vibração das cordas sobre os imãs dos captadores. O som resultante é orgânico, dinâmico e clássico. Muitos engenheiros de som preferem baixos passivos em estúdio pela facilidade de processamento.

Eles não exigem baterias, o que elimina o risco do som parar durante um show. Se você busca timbres vintage e controle nas mãos, o sistema passivo é a recomendação ideal. A simplicidade eletrônica também resulta em menos ruídos de circuito.

Baixos ativos utilizam um pré-amplificador alimentado por bateria. Eles conseguem aumentar ou cortar frequências de graves e agudos. Isso oferece uma versatilidade enorme para adaptar o som a diferentes salas e amplificadores.

O sinal de saída é mais forte, o que ajuda a manter a integridade do timbre em cabos longos. Músicos de estilos modernos valorizam o brilho extra e a compressão natural dos sistemas ativos.

A escolha depende da sua necessidade de controle imediato sobre as frequências.

A Versatilidade das 5 Cordas no Palco

O baixo de 5 cordas expandiu as possibilidades para o músico profissional. A corda Si grave permite alcançar notas baixas sem precisar de afinações alternativas. Isso é fundamental em gêneros como música eletrônica, sertanejo universitário e metal progressivo.

Além das notas extras, a quinta corda permite tocar escalas em posições mais altas do braço. Isso economiza movimentos laterais da mão esquerda e facilita a execução de passagens complexas.

A presença de graves profundos preenche melhor o espectro sonoro da banda.

Adaptar-se às 5 cordas exige treino de abafamento. A corda extra tende a vibrar por simpatia, exigindo técnica correta da mão direita. O espaçamento entre as cordas costuma ser menor, o que pode estranhar quem vem do padrão de 4 cordas.

Contudo, a vantagem de ter um registro estendido compensa o esforço inicial. Profissionais que tocam em eventos variados consideram o baixo de 5 cordas uma ferramenta obrigatória para atender repertórios diversos com um único instrumento.

Melhores Marcas para o Músico de Elite

A Tagima consolidou sua posição como a principal marca brasileira de instrumentos. A linha Woodstock oferece qualidade profissional com preço acessível ao mercado local. Seus projetos respeitam as especificações clássicas, garantindo timbres autênticos.

A marca investe em controle de qualidade e seleção de madeiras adequadas ao clima tropical. Ter um Tagima significa ter facilidade de manutenção e peças de reposição em qualquer região.

É a escolha lógica para quem inicia a carreira profissional.

A Ibanez representa a inovação japonesa com foco em performance. Seus baixos são conhecidos pelos braços extremamente confortáveis e eletrônica avançada. A série GIO traz a tecnologia das linhas de elite para modelos mais acessíveis.

Músicos que priorizam velocidade e ergonomia encontram na Ibanez o parceiro ideal. A marca é referência mundial em baixos ativos e design moderno. Optar por um Ibanez garante acesso a um padrão internacional de construção e sonoridade.

Perguntas Frequentes

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