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Melhor Baixo Tagima: 10 Modelos de Ótimo Timbre

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
10 min. de leitura

Escolher o baixo ideal exige atenção aos detalhes, principalmente quando falamos da Tagima. A marca brasileira domina o mercado nacional com instrumentos que equilibram custo e desempenho, mas a enorme variedade de modelos confunde até músicos experientes.

Se você busca um timbre clássico para rock e blues ou a versatilidade moderna para gospel e pop, existe um modelo específico para essa necessidade.

Este guia elimina as dúvidas comuns sobre especificações técnicas e foca no resultado sonoro. Analisamos a construção, a eletrônica e a tocabilidade dos principais contrabaixos da marca.

Você entenderá as diferenças reais entre a aclamada linha Woodstock e a moderna série Millenium, garantindo que seu investimento entregue o som que você procura.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Madeira e Captadores: O Que Analisar?

A construção do corpo define a ressonância do instrumento. A maioria dos baixos Tagima de entrada e intermediários utiliza o Poplar. Essa madeira é leve e oferece um equilíbrio tonal decente, ideal para quem toca em pé por longas horas.

Em modelos específicos, você encontrará o Basswood, que tende a destacar frequências médias, facilitando o corte na mixagem da banda.

Os captadores são o coração do timbre. Modelos 'P-Style' (Precision) oferecem aquele som gordo e encorpado, fundamental para o rock clássico. Já os 'J-Style' (Jazz Bass) entregam mais definição e médios agudos, perfeitos para técnicas como slap.

A configuração 'PJ' une o melhor dos dois mundos, oferecendo versatilidade. Para quem busca potência e som moderno, os Humbuckers (estilo Music Man) e Soapbars, comuns na linha Millenium, entregam alto ganho e silêncio (sem ruído de fundo).

Análise: Os 10 Melhores Baixos Tagima

1. Baixo Tagima TW-65 Woodstock Passivo Black

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 08/01/2026

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O Tagima TW-65 é a porta de entrada definitiva para quem busca versatilidade sem gastar muito. Ele adota a configuração de captadores PJ, o que significa que você tem um captador estilo Precision no braço para graves profundos e um estilo Jazz na ponte para definição e brilho.

Essa combinação torna o instrumento um camaleão, capaz de transitar do rock clássico ao pop moderno apenas ajustando os volumes independentes.

Este modelo é ideal para estudantes e músicos de igrejas que precisam cobrir diversos estilos musicais com um único instrumento. O braço em Maple com escala em Technical Wood oferece uma tocabilidade confortável, e o acabamento preto brilhante mantém a estética clássica e sóbria.

A construção passiva garante um som orgânico, sem a necessidade de baterias, simplificando a vida do músico iniciante.

Prós
  • Configuração PJ oferece alta versatilidade timbrística
  • Ótimo custo-benefício para iniciantes e intermediários
  • Circuito passivo de fácil manutenção
Contras
  • Ferragens simples podem exigir upgrade futuro
  • Blindagem de fábrica pode apresentar ruídos em altos volumes

2. Baixo Tagima TW-73 Vintage White Jazz Bass

Nossa escolha
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Para os amantes do timbre anasalado e rico em médios, o TW-73 é a releitura competente do clássico Jazz Bass dos anos 70. A construção prioriza a ergonomia, com um braço ligeiramente mais estreito na pestana (nut), o que facilita a execução de linhas rápidas e escalas complexas.

O corpo em Poplar garante leveza, enquanto o visual Vintage White com escudo tortoise entrega uma estética retrô muito valorizada.

Este baixo é a escolha perfeita para baixistas de funk, soul e disco, ou qualquer músico que utilize bastante a técnica de slap. Os dois captadores Single Coil JJ permitem esculpir o som de forma precisa.

Ao usar apenas o captador da ponte, você obtém o famoso som de Jaco Pastorius. Somando os dois, o timbre fica estalado e perfeito para groove. É um instrumento que exige uma técnica de mão direita mais apurada para extrair seu potencial máximo.

Prós
  • Timbre característico de Jazz Bass fiel ao estilo
  • Braço confortável para execução rápida
  • Estética vintage muito bem acabada
Contras
  • Captadores single coil podem gerar ruído (hum) se usados isoladamente
  • Peso do corpo pode variar entre unidades

3. Baixo Tagima TW-66 Sunburst Precision Style

Custo-benefício
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O TW-66 resgata a essência do primeiro baixo elétrico de corpo sólido da história, o Precision Bass dos anos 50. Sua proposta é a simplicidade brutal: um captador, um volume e um tom.

Essa configuração entrega um som 'na cara', com graves gordos e um ataque percussivo que preenche a mixagem como nenhum outro. O braço tende a ser um pouco mais grosso, favorecendo uma pegada firme.

Recomendamos este modelo para baixistas de rock clássico, blues e motown. Se você toca com palheta ou busca aquele som abafado e profundo (especialmente se colocar cordas flatwound), o TW-66 é imbatível nessa faixa de preço.

A simplicidade dos controles permite que você foque totalmente na execução, sem se perder em equalizações complexas.

Prós
  • Timbre clássico e encorpado (punch)
  • Visual Sunburst icônico e elegante
  • Simplicidade de operação ideal para palco
Contras
  • Menos versatilidade de timbres comparado aos modelos PJ ou JJ
  • Braço mais grosso pode cansar mãos pequenas

4. Baixo Tagima Millenium 4 Ativo Metallic Red

Bom e barato
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Saindo da linha vintage e entrando na modernidade, o Millenium 4 é um baixo ativo projetado para quem precisa de potência e controle de frequências na ponta dos dedos. Equipado com captadores Soapbar e circuito ativo, ele oferece um som limpo, comprimido e com alto ganho de saída.

O design do corpo é mais ergonômico e moderno, facilitando o acesso às últimas casas da escala.

Este instrumento é indicado para músicos de pop moderno, sertanejo e gospel contemporâneo. O pré-amplificador embutido permite reforçar graves e agudos diretamente no instrumento, corrigindo a acústica da sala ou cortando na mixagem sem precisar ir até o amplificador.

A cor Metallic Red confere uma presença de palco marcante e agressiva.

Prós
  • Circuito ativo oferece maior controle de equalização
  • Captadores Soapbar eliminam ruídos de fundo
  • Design moderno e ergonômico
Contras
  • Dependência de bateria 9V para funcionar
  • Som pode soar artificial para puristas do vintage

5. Baixo Tagima TBM-4 Classic Series Ativo Black

O TBM-4 é a resposta da Tagima ao famoso estilo Music Man. Sua principal característica é o captador Humbucker único posicionado na região central-traseira do corpo (sweet spot). Essa posição, combinada com o circuito ativo, gera um timbre extremamente agressivo nos médios, com um 'ronco' inconfundível que define a linha de baixo em meio a guitarras distorcidas.

Se o seu foco é rock alternativo, funk rock ou metal, o TBM-4 é a escolha certa. Ele tem uma personalidade forte e não tenta soar como outros baixos. O escudo oval e o headstock característico completam o visual.

É um baixo que exige atitude para ser tocado e entrega um volume de saída superior à maioria dos concorrentes da mesma categoria.

Prós
  • Timbre agressivo com excelente definição de médios
  • Alto ganho de saída ideal para rock e metal
  • Construção robusta e visual impactante
Contras
  • Menos versátil para estilos muito suaves ou acústicos
  • Pode apresentar desequilíbrio de peso (neck dive) leve

6. Baixo Tagima TW-65 Olympic White Escudo AWH

Esta versão do TW-65 se destaca pelo acabamento Olympic White, uma das cores mais tradicionais e desejadas em contrabaixos. A estrutura mantém a configuração PJ, garantindo a mesma flexibilidade sonora do modelo preto mencionado anteriormente, mas com um apelo visual mais refinado.

O braço em Maple claro contrasta lindamente com o corpo branco, oferecendo um visual 'clean' para palcos iluminados.

É a opção ideal para quem valoriza a estética tanto quanto o som. Músicos de bandas de baile ou de casamento, que precisam de um instrumento que pareça elegante e soe bem em qualquer repertório, encontrarão aqui um excelente parceiro.

A tocabilidade segue o padrão Woodstock: confortável e familiar para quem já tocou em modelos Fender.

Prós
  • Acabamento Olympic White de alta procura
  • Versatilidade do sistema de captação PJ
  • Braço em Maple com visual e toque agradáveis
Contras
  • Cordas de fábrica geralmente precisam de troca imediata
  • Necessita blindagem se for usado em estúdio profissional

7. Baixo Tagima TW-66 Butterscotch Woodstock

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O TW-66 Butterscotch é uma homenagem direta ao design de 1951. Diferente do modelo Sunburst, este aqui exibe a cor da madeira amarelada translúcida e vem com escala clara em Maple.

O Maple na escala adiciona um ataque mais estalado e brilho aos agudos, diferenciando-o sonoramente dos modelos com escala escura. O escudo preto simples completa o visual 'telecaster bass'.

Este baixo atrai músicos de country, blues e rockabilly. O som é cru e direto. A combinação do corpo em Poplar com o braço inteiriço em Maple cria uma ressonância vibrante. É um instrumento para quem não quer esconder o som atrás de efeitos, mas sim explorar a dinâmica da mão direita.

A estética é um ponto fortíssimo, parecendo um instrumento muito mais caro do que realmente é.

Prós
  • Estética vintage fiel aos modelos de 1951
  • Ataque mais brilhante devido à escala em Maple
  • Construção sólida e durável
Contras
  • Limitação de apenas um timbre base
  • Design do corpo (slab body) sem contornos pode incomodar o antebraço

8. Baixo Tagima XB-21 4 Cordas Deep Orange

A linha XB (X-Treme) representa a entrada da Tagima no mundo dos baixos modernos de corpo compacto. O XB-21 Deep Orange chama a atenção pela cor vibrante e pelo peso reduzido. Sendo um baixo ativo, ele entrega um som forte e definido, ideal para quem toca muitas horas em pé e precisa de conforto físico.

O corpo menor e mais leve evita dores nas costas comuns em baixos maiores.

Indicamos este modelo para jovens músicos, baixistas de porte físico menor ou quem busca um visual radical e moderno. O som tende a ser mais 'hifi', com graves redondos e agudos cristalinos, funcionando muito bem para pop e fusion.

A ergonomia do braço é pensada para agilidade.

Prós
  • Corpo compacto e leve, excelente ergonomia
  • Visual moderno e cor vibrante
  • Preço acessível para um baixo ativo
Contras
  • Madeira Okoume pode ter sonoridade menos tradicional
  • Balanço do instrumento pode pender para o braço (neck dive)

9. Baixo Tagima XB-21 5 Cordas Preto Fosco

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A necessidade de notas mais graves leva muitos baixistas às 5 cordas, e o XB-21 de 5 cordas é uma das opções mais acessíveis e competentes do mercado. O acabamento preto fosco (satin) não é apenas estético; ele oferece uma sensação tátil suave no braço, facilitando o deslizamento da mão.

A quinta corda (Si grave) adiciona peso às linhas de baixo, essencial para estilos modernos.

Este baixo é fundamental para músicos de igrejas (worship) e bandas de metal que utilizam afinações mais baixas ou precisam da extensão grave do teclado. O circuito ativo ajuda a manter a definição da quinta corda, evitando que o som fique embolado.

O espaçamento das cordas é ligeiramente mais estreito que em baixos vintage, o que facilita a adaptação para quem vem do 4 cordas.

Prós
  • Excelente custo-benefício para um 5 cordas ativo
  • Acabamento fosco moderno e confortável
  • Extensão grave essencial para repertório moderno
Contras
  • Espaçamento de cordas estreito pode dificultar o slap
  • Exige amplificador de qualidade para reproduzir bem a corda Si

10. Baixo Tagima XB-21 6 Cordas Deep Orange

Para os solistas e virtuosos, o XB-21 de 6 cordas é o laboratório de criação perfeito. Com uma corda Si grave e uma Dó aguda, o instrumento cobre uma extensão tonal de piano. Isso permite não apenas fazer a base, mas também solar e tocar acordes complexos.

O acabamento Deep Orange garante que você seja visto no palco.

Este modelo destina-se a estudantes de jazz, fusion e metal progressivo que desejam explorar técnicas avançadas sem investir uma fortuna em um instrumento de luthier. O braço é largo, exigindo uma boa postura da mão esquerda, mas o perfil fino facilita a execução.

O sistema ativo é crucial aqui para equilibrar o volume entre as cordas agudas finas e as graves grossas.

Prós
  • Maior extensão tonal da lista (Graves e Agudos extras)
  • Permite acordes e solos complexos
  • Preço imbatível para um 6 cordas
Contras
  • Braço largo exige adaptação física
  • Abafamento das cordas não tocadas requer técnica apurada

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Baixo Ativo ou Passivo: Qual Escolher?

A escolha entre ativo e passivo define como seu som chega ao amplificador. Baixos passivos (como a maioria da linha Woodstock) não usam bateria. Eles têm um som mais dinâmico, orgânico e 'quente'.

São a preferência absoluta para rock clássico, blues e indie, pois respondem melhor às nuances da sua pegada e interagem perfeitamente com pedais de drive e fuzz.

Baixos ativos (como a linha Millenium e XB) possuem um pré-amplificador interno alimentado por bateria 9V. Eles entregam um sinal mais forte, com menos ruído e um som naturalmente mais comprimido e moderno.

A grande vantagem é o equalizador no próprio baixo, permitindo aumentar graves ou agudos instantaneamente. São ideais para tocar ligado diretamente em linha (mesas de som), funk, gospel e metal.

Woodstock ou Millenium: Qual a Diferença?

A linha Woodstock é a carta de amor da Tagima aos clássicos da Fender. Se você busca o visual icônico (Jazz Bass, Precision), braços com verniz vintage e aquela sonoridade tradicional dos discos dos anos 60 e 70, a Woodstock é sua escolha.

A construção é mais simples, focada na fidelidade ao passado.

A série Millenium (e a TBM/XB) olha para o futuro. Os corpos têm desenhos originais, focados em ergonomia e acesso às casas agudas. Quase sempre são ativos e utilizam captadores modernos (Soapbar).

Se você busca um instrumento de 'performance', com braço mais rápido, visual contemporâneo e versatilidade eletrônica, vá de Millenium.

Modelos 4, 5 ou 6 Cordas: Guia Rápido

  • 4 Cordas: O padrão da indústria. Braço mais fino, mais fácil de tocar e ideal para aprendizado, slap e rock. Cobre 90% das músicas existentes.
  • 5 Cordas: Adiciona uma corda grave (Si). Essencial para pop moderno, sertanejo, gospel e metal, onde os sintetizadores costumam dominar os subgraves. Exige adaptação ao braço mais largo.
  • 6 Cordas: Adiciona o grave (Si) e uma corda aguda (Dó). É uma ferramenta para solistas e quem toca acordes (Jazz/Fusion). O braço é muito largo e exige técnica apurada de abafamento.

Perguntas Frequentes (FAQ)

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