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Melhor Bicicleta para Dar Grau Aro 26: 6 Modelos

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
8 min. de leitura

Escolher a bicicleta certa para a prática de Wheeling, popularmente conhecido como "dar grau", vai muito além da estética. Você precisa de uma máquina que aguente o impacto constante de aterrissagens e ofereça o equilíbrio perfeito para manter a roda dianteira no ar.

Uma escolha errada resulta em quadros trincados, aros empenados e uma experiência frustrante de aprendizado.

Critérios: Geometria e Freios para o Grau

A geometria do quadro é o fator mais crítico para quem busca performance no grau. Quadros com o tubo superior rebaixado e a traseira curta facilitam a alavanca necessária para levantar a frente da bicicleta com menos esforço físico.

Modelos de alumínio 6061 com reforços nas soldas, estilo Freeride ou Dirt Jump, são os mais indicados por suportarem as torções laterais comuns durante manobras como o RL.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Outro ponto vital é o sistema de frenagem. No grau, o freio traseiro é o seu "leme"; ele controla a altura da bicicleta e evita que você vire para trás. A modulação é essencial aqui.

Freios a disco mecânicos ou hidráulicos oferecem precisão, mas muitos praticantes ainda preferem V-Brakes de alta qualidade montados em aros Vmaxx devido à "mordida" imediata que trava a roda instantaneamente quando necessário.

As 6 Melhores Bikes para Dar Grau Aro 26

1. Bicicleta Viking Tuff X-25 Aro 26 Freio a Disco

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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A Viking Tuff X-25 é, sem dúvida, a referência absoluta quando falamos de cultura do grau no Brasil. Este modelo é a escolha perfeita para praticantes que exigem um quadro extremamente robusto e com geometria agressiva.

O design do quadro Viking Tuff é especificamente projetado para Freeride, com tubos grossos e reforçados que suportam o abuso de quedas e impactos repetitivos que destruiriam uma bicicleta comum de passeio.

O grande diferencial desta bicicleta está na sua configuração de "cockpit". A mesa curta e o guidão elevado proporcionam uma postura de pilotagem que favorece o controle total durante o wheeling.

Se você está buscando montar um projeto sério ou quer uma bike que já venha pronta para aguentar manobras mais pesadas sem medo de trincar a caixa de direção, a Viking Tuff X-25 oferece a base mais sólida do mercado nesta faixa de preço.

Prós
  • Quadro Viking Tuff referência em resistência no mercado
  • Geometria perfeita para levantar a frente (traseira curta)
  • Visual agressivo e icônico do Freeride
  • Alta disponibilidade de peças de reposição e upgrades
Contras
  • O selim original pode ser desconfortável para uso prolongado sentado
  • Pneus originais podem desgastar rápido em asfalto abrasivo

2. Bicicleta Aro 26 Rebaixada Freeride Vmaxx 1x7

Nossa escolha
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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Esta configuração é ideal para iniciantes que querem focar puramente na técnica sem se preocupar com complexidades mecânicas. A transmissão 1x7 (uma coroa na frente e sete marchas atrás) é uma excelente escolha para o grau, pois elimina o câmbio dianteiro, reduzindo o peso e, principalmente, acabando com o problema da corrente cair durante aterrissagens bruscas.

Menos peças móveis significam menos manutenção e mais tempo praticando.

O destaque aqui são os aros Vmaxx. Para quem pratica Wheeling, os aros sofrem pressão lateral intensa e impactos verticais constantes. O perfil de parede dupla reforçada do Vmaxx garante que a roda permaneça alinhada por muito mais tempo, mesmo após erros de cálculo.

Se você busca uma bicicleta tanque de guerra para aprender as noções básicas de equilíbrio e controle de freio, este modelo rebaixado entrega durabilidade superior.

Prós
  • Transmissão 1x7 evita quedas de corrente
  • Aros Vmaxx de parede dupla extremamente resistentes
  • Quadro rebaixado facilita a saída da bike em emergências
  • Excelente custo-benefício para iniciantes
Contras
  • Freios mecânicos exigem ajuste frequente do cabo
  • Peso total da bicicleta é um pouco elevado devido aos aros reforçados

3. Colli Bike Grau Aro 26 Freios a Disco (Opção 1)

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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A Colli tem investido pesado para entrar no segmento de entrada do wheeling urbano, e este modelo é a prova disso. Esta bicicleta é indicada para adolescentes e jovens adultos que estão transitando de bicicletas comuns para modelos com geometria de manobra.

O quadro possui um sloping (inclinação do tubo superior) acentuado, o que não só melhora a estética, deixando a bike mais bonita, mas também aumenta a segurança ao permitir que o ciclista coloque os pés no chão rapidamente.

Equipada com freios a disco, ela oferece uma frenagem consistente em diferentes condições climáticas. Para quem mora em regiões onde chove com frequência, o freio a disco é superior ao V-Brake, pois não perde potência quando o aro está molhado.

É uma plataforma versátil que serve tanto para o deslocamento diário até a escola ou trabalho quanto para as sessões de treino de grau no final de semana.

Prós
  • Freios a disco funcionam bem em condições úmidas
  • Design moderno com cores atrativas
  • Quadro com boa ergonomia para pilotos de diferentes estaturas
Contras
  • Suspensão dianteira básica pode ter rebote excessivo
  • Manetes de freio podem apresentar folga com o tempo

4. Colli Bike Grau Aro 26 Freios a Disco (Opção 2)

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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Nesta variação da linha Colli, o foco se mantém na acessibilidade e no estilo. É uma opção robusta para quem prioriza o visual aliado à funcionalidade básica do grau. Muitas vezes, a diferença entre estes modelos está nos detalhes de acabamento e na disponibilidade de cores, permitindo que o ciclista escolha uma bike que combine com sua personalidade.

A estrutura mantém a rigidez necessária para suportar os primeiros "graus" sem apresentar torção excessiva no quadro.

A relação de marchas permite uma pedalada confortável em trechos planos antes de chegar ao local de prática. Embora não seja uma bicicleta profissional de competição, ela entrega tudo o que um amador precisa para dominar o ponto de equilíbrio.

Se o seu orçamento é limitado, mas você não quer abrir mão de um quadro com design atualizado e pronto para upgrades futuros, esta Colli é uma candidata forte.

Prós
  • Preço acessível para entrada no esporte
  • Quadro permite upgrades futuros de peças
  • Boa estabilidade em linha reta
Contras
  • Pedais de nylon originais podem escorregar e devem ser trocados
  • Câmbios requerem regulagem fina inicial

5. Colli Bike Grau Aro 26 Freios a Disco (Opção 3)

Fechando as opções da Colli, este modelo se destaca pela consistência do conjunto mecânico. Para o praticante de grau, a confiança no equipamento é tudo. O sistema de freio a disco mecânico presente aqui é de fácil manutenção; você mesmo pode ajustar a tensão do cabo em casa com ferramentas simples, algo crucial para manter o freio "no dedo" antes de cada sessão de treino.

A geometria do quadro favorece o controle em baixa velocidade, essencial para manobras técnicas. Diferente de bikes de XC (Cross Country) que são longas e difíceis de empinar, este modelo tem um entre-eixos que facilita a alavanca.

É a bicicleta recomendada para quem quer aprender a dominar o freio traseiro e a modulação sem gastar uma fortuna em sistemas hidráulicos logo de cara.

Prós
  • Fácil manutenção mecânica caseira
  • Geometria compacta facilita o controle
  • Ótima base para customização
Contras
  • Discos de freio podem aquecer em descidas muito longas
  • Punhos (manoplas) originais podem ser duros

6. Caloi Andes Aro 26 Câmbio 21 Velocidades

A Caloi Andes é um clássico brasileiro, mas precisamos ser honestos sobre seu propósito no contexto do grau. Esta bicicleta é a escolha certa para quem busca versatilidade total e está apenas começando a brincar de levantar a roda de forma casual, sem intenção de realizar saltos ou manobras de alto impacto.

Seu quadro de aço carbono é lendário pela durabilidade geral, mas é mais pesado que os modelos de alumínio freeride.

Se você usa a bicicleta 90% do tempo para transporte e 10% para lazer tentando empinar, a Andes é imbatível na relação custo-benefício e facilidade de revenda. No entanto, tenha ciência de que a geometria não é específica para wheeling; o tubo superior é mais alto e reto.

Ela serve como uma escola inicial de equilíbrio, mas limitará sua evolução em manobras mais complexas como o RL ou o Raspão devido ao peso e à configuração do quadro.

Prós
  • Marca de extrema confiança e facilidade de revenda
  • Quadro de aço carbono muito resistente a trincas
  • Peças de reposição disponíveis em qualquer bicicletaria
Contras
  • Geometria antiga dificulta levantar a frente da bike
  • Mais pesada que as concorrentes de alumínio (Viking/Colli)
  • Freios V-Brake simples exigem aros sempre alinhados

Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?

Freio a Disco ou V-Brake: Qual o Melhor pro Grau?

Esta é a discussão mais acalorada no mundo do wheeling. O freio a disco hidráulico oferece a melhor modulação e força; você consegue controlar a descida da bike com apenas um dedo, reduzindo a fadiga no antebraço.

É a escolha dos profissionais para precisão cirúrgica.

Por outro lado, um bom V-Brake (como os da Shimano Alivio) montado em um aro Vmaxx lixado ou frisado oferece uma potência de travamento brutal. Para manobras onde você precisa que a roda trave instantaneamente, o V-Brake ainda tem seu lugar e é muito mais barato de manter.

Se o orçamento permitir, vá de disco hidráulico. Se a grana estiver curta, um V-Brake de qualidade superior é melhor que um freio a disco mecânico genérico.

A Importância do Quadro Rebaixado no Wheeling

O quadro rebaixado, característico das bicicletas de Freeride e Dirt Jump como a Viking Tuff, não é apenas estilo. Essa geometria permite maior liberdade de movimento para as pernas.

Quando você está equilibrado apenas na roda traseira, seus joelhos precisam de espaço para corrigir o balanço lateral.

Além disso, a segurança é um fator chave. Se a manobra der errado e a bicicleta virar para trás (o temido "looping"), um quadro baixo permite que você pule para trás e caia em pé com facilidade, sem que o tubo superior bata nas suas pernas ou virilha.

Isso aumenta a confiança do piloto para tentar manobras mais arriscadas.

Dicas de Manutenção para Bikes de Manobra

  • Verifique o aperto da caixa de direção semanalmente, pois o impacto das aterrissagens costuma criar folgas.
  • Mantenha os aros centrados. Um aro empenado compromete o equilíbrio e a eficácia dos freios, especialmente V-Brakes.
  • Cheque a tensão dos raios. Raios frouxos são a causa número um de aros quebrados em aterrissagens.
  • Lubrifique a corrente, mas limpe o excesso para não acumular sujeira que desgasta a transmissão precocemente.
  • Verifique as pastilhas ou sapatas de freio antes de cada sessão. No grau, o freio é seu item de segurança primário.

Perguntas Frequentes

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