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Melhor Contrabaixo: 10 Opções de Som Profissional

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
10 min. de leitura

Escolher o instrumento certo define a velocidade da sua evolução musical. Músicos iniciantes frequentemente gastam dinheiro em equipamentos que não atendem ao estilo que desejam tocar ou que apresentam problemas crônicos de construção.

Este guia elimina a incerteza ao analisar tecnicamente os modelos mais relevantes do mercado atual. Você encontrará aqui a opção exata para sua necessidade, seja ela o timbre estalado do funk ou o peso grave do rock.

Jazz Bass ou Precision: Qual Modelo Escolher?

A primeira grande decisão na compra de um contrabaixo é o formato do corpo e a configuração dos captadores. O Precision Bass (P-Bass) é conhecido pelo seu som "gordo", encorpado e com muito peso nos graves.

Ele possui um braço geralmente mais grosso e um captador duplo no meio do corpo. É a escolha definitiva para rock clássico, punk e estilos que exigem uma base sólida e constante na mixagem.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

O Jazz Bass (J-Bass), por outro lado, oferece maior versatilidade e definição. Com dois captadores (um na ponte e outro no braço) e um braço mais fino próximo ao nut (pestana), ele permite transitar entre sons graves aveludados e médios agudos percussivos.

É o modelo preferido para baixistas que tocam slap, fusion, pop e para quem busca mais agilidade na digitação. Se você ainda não tem um estilo definido, o Jazz Bass costuma ser a aposta mais segura pela sua flexibilidade timbrística.

Ranking: Os 10 Melhores Contrabaixos do Mercado

1. Contrabaixo Passivo Tagima TW-65 Woodstock Series

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

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O Tagima TW-65 da linha Woodstock é amplamente considerado o melhor custo-benefício para quem busca a configuração PJ (Precision + Jazz). Ele combina o captador do meio estilo Precision, que entrega graves robustos, com o captador da ponte estilo Jazz, que adiciona brilho e definição.

Essa versatilidade torna este modelo uma ferramenta de trabalho excepcional para baixistas de igrejas e bares que tocam repertórios variados na mesma noite.

A construção utiliza corpo em Poplar e braço em Maple, uma combinação clássica que garante ressonância equilibrada. O acabamento da linha Woodstock costuma surpreender positivamente na faixa de preço, com verniz bem aplicado e trastes que raramente exigem retífica imediata.

Para o estudante sério ou o músico intermediário que precisa de um baixo de batalha confiável e esteticamente clássico, o TW-65 é a recomendação principal.

Prós
  • Configuração de captadores PJ oferece alta versatilidade sonora
  • Design vintage atraente da linha Woodstock
  • Braço em Maple com boa tocabilidade
  • Excelente relação custo-benefício para iniciantes e intermediários
Contras
  • Pode apresentar ruído de 'hum' no captador da ponte se não for blindado
  • Cordas de fábrica geralmente são de baixa qualidade

2. Contrabaixo Tagima TW-66 Butterscotch Vintage

Nossa escolha
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Este modelo é direcionado especificamente para os amantes do visual e som 'old school'. O Tagima TW-66 remete aos baixos da década de 50, com um design inconfundível e um captador single coil estilo vintage.

Sua sonoridade é seca, direta e com muito ataque, ideal para blues, country e rockabilly. A cor Butterscotch com o escudo preto cria uma identidade visual forte que se destaca no palco.

Diferente de baixos modernos, o braço do TW-66 tende a ter uma pegada mais robusta, o que pode exigir adaptação para quem tem mãos pequenas. O som não é versátil como um Jazz Bass; ele faz uma coisa muito bem feita, que é entregar aquele timbre clássico e estalado.

Se você busca um instrumento com personalidade histórica e não se importa com a falta de versatilidade para estilos modernos como metal ou fusion, esta é a escolha certa.

Prós
  • Estética vintage fiel aos modelos dos anos 50
  • Timbre com ataque e definição únicos
  • Acabamento do braço em verniz vintage brilhante
Contras
  • Menos versátil devido ao captador único
  • Design do corpo sem recortes ergonômicos pode cansar o antebraço
  • Braço mais grosso pode dificultar para iniciantes

3. Contrabaixo Tagima TW-73 Branco Vintage Jazz Bass

Custo-benefício
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O Tagima TW-73 é a representação fiel do clássico Jazz Bass na linha Woodstock. Ele é perfeito para quem prioriza ergonomia e velocidade. O braço mais estreito facilita a execução de escalas rápidas e acordes, sendo extremamente amigável para estudantes.

A configuração de dois captadores single coil permite uma gama de sons que vai do grave profundo (usando apenas o braço) ao médio anasalado característico de Jaco Pastorius (usando apenas a ponte).

Sua construção em Poplar garante um peso moderado, evitando dores nas costas em apresentações longas. A estética 'White Vintage' com escala clara (Maple) é um diferencial visual que remete a instrumentos muito mais caros.

No entanto, como todo Jazz Bass passivo nessa faixa de preço, é recomendável investir em uma blindagem da parte elétrica para eliminar ruídos naturais dos captadores single coil quando usados isoladamente.

Prós
  • Braço fino e rápido, ideal para aprendizado
  • Timbre clássico de Jazz Bass muito convincente
  • Visual premium com escala clara e blocos (dependendo do lote)
Contras
  • Captadores originais podem ter saída baixa comparados a modelos ativos
  • Ferragens (tarraxas) cumprem a função mas podem perder afinação com uso intenso

4. Contrabaixo Ativo Tagima Millenium 4 Cordas Red

Bom e barato
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O Tagima Millenium 4 rompe com o visual vintage e foca no baixista moderno que precisa de poder de fogo. Sendo um contrabaixo ativo, ele possui um pré-amplificador interno alimentado por bateria de 9V.

Isso resulta em um sinal de saída mais forte e a capacidade de equalizar graves, médios e agudos diretamente no instrumento. É a escolha certeira para quem toca pop, gospel ou metal e precisa cortar a mixagem com facilidade.

O design ergonômico com chifres longos garante excelente equilíbrio no corpo e acesso facilitado às últimas casas da escala. A sonoridade é hi-fi e cristalina, diferente do calor orgânico dos modelos passivos da linha Woodstock.

Para músicos que dependem de versatilidade instantânea no palco sem precisar ir até o amplificador para ajustar o som, o sistema ativo do Millenium é um grande facilitador.

Prós
  • Circuito ativo oferece maior controle de equalização
  • Alto nível de saída de sinal
  • Acesso facilitado às casas agudas (24 trastes)
Contras
  • Dependência de bateria (se acabar, o som para)
  • Timbre pode soar artificial para puristas do som vintage

5. Contrabaixo Giannini GB 100 Jazz Bass Sunburst

A Giannini é uma marca histórica e o GB 100 posiciona-se como uma das portas de entrada mais acessíveis para o mundo do Jazz Bass. Este instrumento é indicado estritamente para iniciantes com orçamento limitado.

Ele entrega a ergonomia padrão de um J-Bass e permite que o estudante desenvolva a técnica correta desde o primeiro dia. O acabamento Sunburst é clássico e bem executado para a categoria.

Embora o som seja honesto, é importante alinhar expectativas. As madeiras utilizadas são mais simples e a captação cerâmica pode não ter a definição de modelos superiores. Ele funciona perfeitamente para estudo em casa e pequenos ensaios.

Músicos mais experientes costumam comprar este modelo como uma 'plataforma de mod', trocando captadores e ponte futuramente, aproveitando o preço baixo do corpo e braço.

Prós
  • Preço extremamente acessível
  • Padrão Jazz Bass confortável para estudar
  • Marca com ampla rede de assistência
Contras
  • Captadores com definição limitada
  • Acabamento dos trastes pode ser áspero nas bordas
  • Madeira do corpo (Basswood sólido) é macia e pode amassar fácil

6. Contrabaixo Jazz Bass Seven SJB-47 Natural com Bag

A marca Seven tem ganhado espaço agressivamente no mercado de entrada, oferecendo especificações interessantes por um valor baixo. O SJB-47 Natural destaca-se por vir acompanhado de Bag (capa), o que já representa uma economia para o iniciante.

O acabamento natural deixa a madeira à mostra, conferindo um visual orgânico e menos suscetível a marcas de dedo do que acabamentos laqueados escuros.

Sonoramente, ele segue a cartilha do Jazz Bass: versátil e estalado. É uma opção inteligente para quem está montando o primeiro setup e precisa economizar para comprar também um amplificador.

A construção é honesta, mas recomenda-se um setup inicial com um luthier para ajustar a altura das cordas, que costuma vir alta de fábrica nesses modelos de entrada da Seven.

Prós
  • Inclusão de Bag agrega valor ao pacote
  • Visual natural atraente
  • Custo inicial muito baixo
Contras
  • Controle de qualidade pode variar entre unidades
  • Tarraxas simples que exigem afinação frequente

7. Contrabaixo Precision Bass Seven SPB-47 Natural

Para quem prefere o peso do Precision Bass mas tem o orçamento apertado, o Seven SPB-47 é a alternativa direta. Com apenas um captador split-coil e controles de volume e tom, ele simplifica a vida do estudante: é plugar e tocar.

Não há complexidade de equalização, o que permite focar inteiramente na técnica da mão direita e esquerda.

Este baixo é ideal para quem curte rock, punk e estilos onde o baixo precisa preencher o fundo da música. O braço tende a ser um pouco mais largo que o modelo Jazz da mesma marca, favorecendo quem tem mãos maiores ou prefere uma pegada mais firme.

A simplicidade eletrônica também significa menos componentes para dar defeito a longo prazo.

Prós
  • Simplicidade de uso (plug and play)
  • Timbre encorpado característico de Precision
  • Robustez eletrônica por ter menos componentes
Contras
  • Falta de versatilidade de timbres
  • Acabamento dos trastes pode precisar de polimento

8. Contrabaixo Tagima Classic XB-21 Deep Orange

O XB-21 da Tagima foge do design tradicional da Fender e apresenta uma estética mais contemporânea e autoral. O corpo é mais compacto e leve, o que o torna uma excelente opção para músicos de menor estatura ou para quem toca em pé por muitas horas.

A cor Deep Orange metálica é moderna e foge do lugar-comum do preto e sunburst.

Ele utiliza uma configuração de captadores PJ, unindo o melhor dos dois mundos. A sonoridade é moderna, com bastante brilho. É um instrumento passivo, mas com uma saída decente. Seu braço costuma ser muito confortável e veloz.

Se você busca um visual diferente e conforto ergonômico acima da média na categoria de entrada, o XB-21 é a escolha lógica.

Prós
  • Ergonomia superior e corpo leve
  • Visual moderno e cor diferenciada
  • Versatilidade dos captadores PJ
Contras
  • Design pode não agradar tradicionalistas
  • Revenda pode ser um pouco mais lenta que modelos clássicos

9. Contrabaixo Seven SBM-47 Preto Estilo Music Man

O Seven SBM-47 tenta capturar a essência do famoso Music Man StingRay, caracterizado por um único humbucker (captador duplo) grande na ponte. Esse tipo de construção é famoso pelo som agressivo, com médios cortantes e graves percussivos, sendo o favorito de baixistas de funk e rock pesado.

É uma proposta ousada para um instrumento de entrada.

Embora não tenha o circuito ativo complexo do modelo original de referência, ele entrega uma sonoridade muito mais 'na cara' do que os Jazz Bass e Precision da mesma faixa de preço.

É ideal para quem quer tocar slap ou usar palheta com distorção. O visual com o escudo oval é icônico. Tenha em mente que é um som particular: você ama ou odeia.

Prós
  • Visual e proposta sonora estilo Music Man
  • Som agressivo ideal para rock e funk
  • Captador humbucker naturalmente cancela ruídos
Contras
  • Menos versátil para estilos suaves
  • Braço pode parecer largo para alguns iniciantes

10. Contrabaixo Canhoto Seven Jazz Bass SJB-47 LH

Encontrar instrumentos para canhotos no mercado brasileiro, especialmente com preço acessível, é um desafio constante. O Seven SJB-47 LH preenche essa lacuna vital. Ele oferece as mesmas características do modelo destro: configuração Jazz Bass, braço confortável e boa tocabilidade, mas espelhado para a mão esquerda.

Para o baixista canhoto iniciante, esta é, sem dúvida, a melhor opção para começar sem precisar inverter as cordas de um baixo destro (o que compromete a entonação e ergonomia). Ele permite o aprendizado correto da técnica desde o início.

A qualidade de construção segue o padrão Seven: funcional e honesto pelo preço cobrado.

Prós
  • Projetado especificamente para canhotos (raridade no baixo custo)
  • Mantém a versatilidade do Jazz Bass
  • Preço acessível para um instrumento LH
Contras
  • Opções de cores geralmente são limitadas
  • Potenciômetros podem não ser invertidos (girando ao contrário do usual)

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Ativo vs Passivo: Qual a Melhor Escolha?

A diferença não é apenas sobre ter uma bateria. Baixos passivos (como os Tagima Woodstock e Seven listados) oferecem um som mais orgânico, dinâmico e 'quente'. Eles dependem mais do amplificador para moldar o som e não comprimem o sinal.

São a preferência absoluta para vintage rock, blues e jazz tradicional. A grande vantagem é a simplicidade: nunca te deixam na mão por falta de bateria.

Baixos ativos (como o Tagima Millenium) possuem um pré-amplificador interno. Isso entrega um sinal de baixa impedância que viaja melhor por cabos longos sem perder agudos. Eles permitem adicionar graves e agudos diretamente no baixo, oferecendo um som mais moderno, hi-fi e percussivo.

Se você toca em igrejas ligando direto na mesa de som ou faz muitos slaps, o baixo ativo facilita muito a obtenção de um som pronto e processado.

Tagima, Giannini ou Seven: Comparativo de Marcas

  • Tagima: É a líder de mercado no Brasil. A série Woodstock (TW) elevou o padrão de instrumentos intermediários, oferecendo acabamento e tocabilidade que muitas vezes superam marcas internacionais de entrada. É a escolha mais segura para revenda e durabilidade.
  • Giannini: Marca centenária com foco atual em instrumentos de entrada extrema. Seus baixos são funcionais e muito baratos, ideais para quem tem orçamento zero. Porém, a construção e a parte elétrica são inferiores aos da Tagima.
  • Seven: O novo player do mercado focado em agressividade de preço. Eles copiam designs famosos (como o Music Man) que outras marcas de entrada evitam. A qualidade é similar à Giannini, mas com visuais mais variados. Ótima para quem quer estilo gastando pouco.

Importância da Madeira e Captadores no Timbre

Nesta faixa de preço, a maioria dos corpos é feita de Poplar ou Basswood. O Poplar (usado na Tagima) é equilibrado e ressoa bem frequências médias, sendo ótimo para cortar a mixagem.

O Basswood é mais leve e macio, com um som um pouco mais focado nos médios-graves, mas pode amassar com batidas leves. Não se preocupe excessivamente com 'tonewood' em instrumentos de entrada; a construção e os captadores importam mais.

Sobre os captadores: os modelos cerâmicos (comuns nestes baixos) têm saída mais alta e som mais agressivo, mas menos sutileza. Se você sentir que seu baixo soa 'magro' ou sem definição após alguns anos, um upgrade de captadores para modelos de Alnico pode transformar um baixo barato em uma máquina de som profissional, mantendo a madeira original que já estará acostumada com a tensão.

Perguntas Frequentes (FAQ)

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