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Melhor Guitarra Custo Benefício: 10 Opções Versáteis

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
12 min. de leitura

Escolher a primeira ou a segunda guitarra é um momento decisivo na jornada de qualquer músico. O mercado está inundado de opções baratas que prometem muito e entregam pouco, transformando o sonho de tocar em uma frustração constante com desafinações e som magro.

Você precisa de um instrumento que não lute contra suas mãos, mas que facilite o aprendizado e a evolução técnica.

Neste guia definitivo, separamos o joio do trigo. Analisamos criteriosamente as 10 melhores guitarras que equilibram preço acessível e qualidade de construção real. Focamos em marcas consolidadas no mercado nacional, como Tagima e Strinberg, e avaliamos a tocabilidade, a qualidade das madeiras e a versatilidade dos captadores para garantir que seu investimento valha cada centavo.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Madeira, Captadores e Braço: Como Avaliar a Qualidade?

A madeira do corpo define a sustentação e o timbre base do instrumento. Em guitarras de entrada, você encontrará frequentemente o Basswood e o Poplar. O Basswood é leve e equilibra bem as frequências, sendo excelente para quem toca por longas horas em pé.

O Poplar é uma alternativa comum em modelos mais econômicos, oferecendo uma sonoridade honesta, embora com menos ressonância que madeiras nobres como o Mogno (presente em algumas Les Pauls dessa lista), que entrega um som mais encorpado e grave.

O braço é onde sua mão vive, então o perfil e o acabamento são cruciais. Guitarras com acabamento verniz brilhante no braço podem se tornar pegajosas com o suor, atrapalhando a velocidade.

Já os acabamentos foscos (satin) oferecem um deslize mais suave e natural. Além disso, a captação é o coração do som elétrico. Captadores cerâmicos são o padrão nesta faixa de preço; eles têm alta saída e soam mais agressivos, mas podem carecer da sutileza dos modelos de Alnico encontrados em instrumentos premium.

Ranking: As 10 Melhores Guitarras Custo Benefício

1. Tagima TW-55 Black Telecaster

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

GUITARRA ELETRICA TAGIMA TW SERIES TW-55 BLACK...

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A Tagima TW-55 da série Woodstock é amplamente considerada a rainha do custo benefício para quem busca o visual e o som clássico de uma Telecaster. Este instrumento é ideal para amantes de Blues, Country, Jazz e Rock Clássico que procuram aquele som estalado e percussivo, conhecido como "twang".

A construção utiliza madeira Poplar no corpo e um braço em Maple com verniz vintage amarelado, conferindo um visual que remete a instrumentos que custam o triplo do preço.

O grande destaque aqui é a fidelidade ao design original. A ponte fixa estilo "cenzeiro" com três carrinhos (saddles) é fundamental para o timbre característico, embora possa dificultar um pouco a entonação perfeita para iniciantes absolutos.

Os captadores Single Coil cerâmicos entregam um som brilhante e cortante na ponte, perfeito para solos que precisam se destacar na mixagem, enquanto o captador do braço oferece aquele som aveludado e macio.

É uma guitarra robusta, pronta para shows pequenos e ensaios logo ao sair da caixa.

Prós
  • Visual vintage autêntico com braço envernizado
  • Timbre característico de Telecaster muito fiel
  • Construção robusta e durável
  • Excelente base para upgrades futuros (modificações)
Contras
  • Verniz brilhante no braço pode travar a mão se você suar muito
  • Ponte de 3 carrinhos exige mais paciência para regular as oitavas

2. Tagima TG-530 Black Woodstock Series

Nossa escolha
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

Guitarra elétrica TG-530 Black Woodstock Series Tagima...

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Se a sua referência musical envolve Jimi Hendrix, John Mayer ou David Gilmour, a TG-530 é a porta de entrada obrigatória. Parte da aclamada linha Woodstock, esta Stratocaster se diferencia das linhas mais baratas da Tagima pelo acabamento e pelas medidas mais próximas das Fender clássicas.

Ela é perfeita para quem busca versatilidade extrema, permitindo transitar do Funk limpo ao Rock com distorção moderada apenas trocando a chave seletora de 5 posições.

A tocabilidade é um ponto forte, com um braço em Maple que costuma vir com um perfil C muito confortável. Os três captadores Single Coil oferecem aquela sonoridade "envidraçada" e cristalina que definiu a música pop.

No entanto, é importante notar que, como toda Stratocaster com captadores singles, ela pode apresentar um leve ruído de fundo (hum) quando usada com muita distorção. O sistema de tremolo (alavanca) é funcional para vibratos sutis, mas abusar dele pode desafinar o instrumento, algo comum nesta faixa de preço.

Prós
  • Versatilidade sonora com 5 posições de captação
  • Braço confortável com acabamento vintage
  • Excelente ergonomia com corpo contornado
  • Ótimo valor de revenda no mercado de usados
Contras
  • Single coils geram ruído natural com alta distorção
  • Alavanca e tarraxas podem perder a afinação se usadas com agressividade

3. Strinberg Les Paul LPS-260 Mogno

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

Guitarra Strinberg LPS-260 MGS Les Paul Mogno...

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Para os fãs de Slash, Led Zeppelin e sonoridades mais pesadas, a Strinberg LPS-260 é a escolha certa. Diferente das Stratos e Teles citadas anteriormente, esta guitarra utiliza dois captadores Humbucker.

Esses captadores duplos cancelam o ruído e entregam um som muito mais gordo, encorpado e com maior saída, ideal para lidar com distorções de Hard Rock e Heavy Metal sem gerar microfonia indesejada.

O diferencial crítico deste modelo é a construção. Enquanto muitas "Les Pauls" baratas usam madeiras leves alternativas, a LPS-260 frequentemente utiliza Mogno (ou madeiras substitutas com densidade similar) e braço colado ou parafusado de alta rigidez, o que garante um "sustain" (tempo que a nota dura) superior.

Contudo, prepare suas costas. O peso elevado é uma característica inerente ao modelo Les Paul e pode ser cansativo para tocar em pé por horas. O braço também tende a ser um pouco mais grosso, preenchendo mais a mão.

Prós
  • Som encorpado e sem ruído, ideal para rock pesado
  • Visual clássico e elegante
  • Maior sustain devido à massa da madeira e ponte fixa
  • Acabamento geral costuma ser superior à média da categoria
Contras
  • Instrumento pesado, pode causar fadiga no ombro
  • Acesso às casas mais agudas é mais difícil que numa Strato

4. Tagima Stratocaster TG-520 HSS Metallic Blue

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 12/01/2026

GUITARRA ELETRICA TAGIMA TW SERIES TG-520 METALLIC METALLIC BLUE...

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A Tagima TG-520 é a solução para o "músico de bar" ou o estudante indeciso que quer tocar de tudo. A sigla HSS (Humbucker, Single, Single) define sua configuração de captadores híbrida.

Você tem um Humbucker na ponte para tocar rock pesado e solos cortantes, e dois Singles no meio e braço para obter os sons limpos e cristalinos típicos de uma Stratocaster. É, sem dúvida, a configuração mais versátil para uma única guitarra.

Esteticamente, a linha TG-520 se afasta do visual vintage da série Woodstock e abraça um look mais moderno, com cores metálicas vibrantes e escudos diferenciados (frequentemente perolados ou pretos).

O braço costuma ter um acabamento acetinado mais moderno, que facilita a velocidade. É a escolha perfeita para quem precisa de um "canivete suíço" sonoro e não quer ficar preso a um único estilo musical.

Prós
  • Configuração HSS extremamente versátil (toca de pop a metal)
  • Acabamento moderno e cores vibrantes
  • Braço rápido e confortável
  • Tarraxas blindadas oferecem boa estabilidade
Contras
  • Pode perder um pouco da estética "clássica" para puristas
  • Diferença de volume entre o captador Humbucker e os Singles pode exigir ajustes

5. Strinberg Strato STS-100 Vermelha

Guitarra Strato STS-100 Vermelha STRINBERG...

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A Strinberg STS-100 é a concorrente direta da Tagima TG-530, mas com uma pegada ligeiramente diferente. A Strinberg tem investido pesado no controle de qualidade de acabamento, e a STS-100 muitas vezes surpreende por vir com trastes bem polidos e uma pintura impecável, algo raro no segmento de entrada.

O corpo em Basswood garante leveza, tornando-a uma excelente opção para crianças ou adolescentes iniciantes.

Sonoramente, ela entrega o padrão Stratocaster: três singles com som estalado e brilhante. O braço da Strinberg tende a ser um pouco mais fino e moderno que o perfil vintage da Tagima, o que pode facilitar a formação de acordes para quem tem mãos menores.

No entanto, a parte elétrica (potenciômetros e chave seletora) é básica e pode apresentar ruídos de "arranhado" com o tempo se não for bem cuidada ou limpa.

Prós
  • Excelente acabamento de pintura e trastes
  • Corpo leve e ergonômico
  • Braço com perfil moderno e fácil de tocar
  • Ótima relação preço/qualidade
Contras
  • Componentes elétricos simples exigem manutenção futura
  • Bloco da ponte é fino, resultando em menos sustain

6. Tagima TG-500 Candy Apple Red

Guitarra Tagima TG-500 Candy Apple E/AWH...

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A Tagima TG-500 é o modelo "cavalo de batalha" da marca. Diferente da série Woodstock (TG-530), a TG-500 foca em uma estética e construção mais contemporâneas e funcionais. É uma guitarra pensada para o estudante.

O corpo em Basswood é confortável e o braço tem uma tocabilidade neutra que não cansa a mão. A cor Candy Apple Red deste modelo específico é profunda e muito atraente visualmente no palco.

Em termos de hardware, ela traz tarraxas blindadas, que são superiores às tarraxas de estilo vintage em termos de proteção contra poeira e precisão de ajuste. Os captadores são honestos, mas genéricos.

Para quem está começando e vai usar um amplificador de estudo ou pedaleira digital, a TG-500 cumpre perfeitamente o papel sem custar caro. É uma ferramenta de aprendizado sólida, sem as pretensões vintage que encarecem o produto.

Prós
  • Tarraxas blindadas seguram melhor a afinação
  • Custo muito acessível
  • Visual moderno e pintura resistente
  • Leve e balanceada
Contras
  • Captadores com saída moderada, podem soar fracos em amplis grandes
  • Nut (pestana) de plástico simples pode precisar de ajuste

7. Tagima TG-510 BK HSS

Guitarra elétrica Tagima - TG 510 BK...

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A TG-510 é uma variação interessante dentro do catálogo da Tagima, posicionando-se como uma irmã mais agressiva da TG-500. Assim como a TG-520, ela possui configuração HSS (Humbucker na ponte), mas geralmente apresenta detalhes estéticos diferentes, como escudos pretos em corpos pretos (Black on Black) ou combinações mais sóbrias.

É direcionada para quem prefere um visual mais "Rock n' Roll" e menos colorido.

A presença do Humbucker na ponte transforma a experiência. Você consegue tirar sons de bandas como Nirvana, Metallica (fase inicial) ou AC/DC com muito mais fidelidade do que com uma Strato convencional de três singles.

O ponto de atenção aqui é a qualidade do metal da ponte e dos carrinhos, que são funcionais mas básicos. Se você planeja usar muito a alavanca, considere travar a ponte ou investir em molas melhores.

Prós
  • Visual agressivo "all black" (dependendo do modelo)
  • Captador Humbucker ideal para distorção
  • Braço veloz e confortável
  • Preço competitivo para uma guitarra HSS
Contras
  • Acabamento fosco pode marcar digitais facilmente
  • Ferragens pretas podem descascar com uso intenso e suor ácido

8. Thomaz Elétrica Vintage TEG 400V

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A Thomaz TEG 400V entra na lista como uma opção de "wildcard" (aposta). É uma cópia direta do modelo Telecaster com um preço extremamente agressivo, muitas vezes menor que as Tagimas.

Para quem tem um orçamento muito apertado e ama o design Telecaster, ela é uma opção viável. O som entrega aquele estalo característico, e a simplicidade do design (duas peças de madeira, ponte fixa) ajuda a manter o custo baixo sem sacrificar totalmente a funcionalidade.

No entanto, é preciso ser realista: o controle de qualidade da Thomaz é inferior ao da Tagima ou Strinberg. Você pode receber um instrumento que precisa urgentemente de uma regulagem de luthier (ajuste de altura de cordas, limar trastes pontudos).

Se você tem um amigo experiente para ajudar a escolher ou ajustar, é uma pechincha. Se você é um iniciante solitário, pode enfrentar alguns desafios de tocabilidade logo de cara.

Prós
  • Preço imbatível para o modelo Telecaster
  • Estética clássica bem reproduzida
  • Ponte fixa facilita a manutenção
Contras
  • Controle de qualidade inconsistente (risco de trastes mal acabados)
  • Captadores podem ser microfônicos em volumes altos
  • Necessita de regulagem profissional quase obrigatória ao comprar

9. Memphis MG-30 SB Stratocaster

A linha Memphis é a submarca da Tagima, focada no custo benefício extremo. A MG-30 é, há anos, a guitarra mais vendida para escolas de música e iniciantes no Brasil. O motivo é simples: ela funciona.

Apesar de usar madeiras mais simples e ferragens genéricas, o projeto é sólido. O corpo tem o contorno correto de uma Strato e o braço tem uma espessura amigável para quem está aprendendo os primeiros acordes.

Não espere um som de estúdio profissional. Os captadores são simples e o som pode ser um pouco magro se plugado em amplificadores ruins. Porém, como primeira guitarra para "ver se vai gostar de tocar", ela é imbatível.

É um instrumento de batalha que aguenta o tranco do aprendizado diário. A recomendação crítica aqui é: não use a alavanca. Em guitarras deste nível, a alavanca quase sempre desafina o instrumento instantaneamente.

Prós
  • Preço extremamente acessível
  • Durabilidade comprovada no mercado
  • Ergonomia correta de uma Stratocaster
  • Fácil de encontrar peças de reposição
Contras
  • Tarraxas podem ter folga e dificuldade de ajuste fino
  • Som dos captadores carece de definição e graves
  • Acabamento dos trastes pode ser áspero

10. Guitarra Winner Wgs Vermelha

Guitarra Wgs Vermelha Winner...

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A Winner WGS é a opção de entrada absoluta desta lista. Estamos falando de um instrumento focado puramente em ser a porta de acesso mais barata possível ao mundo da guitarra elétrica.

É indicada para crianças ou para quem tem um orçamento estritamente limitado. Ela possui o formato Strato e vem com configurações padrão. Surpreendentemente, para o preço, ela consegue emitir sons de guitarra reconhecíveis e permite o aprendizado de escalas e acordes.

Contudo, as limitações são claras. A madeira do corpo é muitas vezes laminada ou de baixa densidade, o que afeta a ressonância. As tarraxas são o ponto fraco, exigindo afinações constantes durante a sessão de estudo.

É uma guitarra para "gastar" aprendendo, sem medo de riscar ou bater. Se o seu orçamento permitir subir para uma Memphis ou Tagima TG-500, o salto de qualidade é notável, mas a Winner cumpre seu papel de ser o primeiro degrau.

Prós
  • O menor preço do mercado
  • Ideal para crianças testarem o interesse pelo instrumento
  • Leve e fácil de manusear
Contras
  • Instabilidade de afinação frequente
  • Componentes frágeis
  • Som sem profundidade e sustain curto

Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?

Stratocaster, Telecaster ou Les Paul: Qual Escolher?

A **Stratocaster** (como a Tagima TG-530) é a rainha da ergonomia. Seu corpo tem recortes que se encaixam na barriga e no braço, sendo a mais confortável para tocar sentado ou em pé.

O som é brilhante, estalado e versátil. É a escolha segura para quem gosta de Pop, Funk, Reggae e Rock leve.

A **Telecaster** (como a Tagima TW-55) é bruta e honesta. Não tem os recortes de conforto da Strato, sendo uma "tábua" reta. Seu som é mais agudo e percussivo, com um ataque imediato.

É a favorita do Country, Indie Rock e Blues. É indestrutível e simples, perfeita para quem quer um som direto e sem frescuras.

A **Les Paul** (como a Strinberg LPS-260) é a artilharia pesada. É um instrumento fisicamente mais pesado e com o braço mais grosso. O som é o oposto da Telecaster: gordo, escuro e com muito sustain (a nota dura mais tempo).

Se o seu foco é Hard Rock, Metal ou Jazz, a Les Paul oferece o "peso" sonoro que as outras não conseguem entregar naturalmente.

Tagima ou Strinberg: Qual Marca Entrega Mais?

Essa é a grande rivalidade do mercado nacional. A **Tagima** tem história e um desenvolvimento de produto liderado por luthiers renomados (como Marcio Zaganin). Suas linhas Woodstock (TW) e Classic (TG) tentam replicar a vibe vintage das Fender.

O valor de revenda de uma Tagima é excelente; é dinheiro na mão se você decidir vender depois.

A **Strinberg**, por outro lado, foca em modernidade e acabamento. Enquanto uma Tagima barata pode vir com trastes um pouco ásperos, a Strinberg na mesma faixa de preço costuma vir com um polimento melhor e uma pintura mais bem acabada.

Seus braços são mais finos e rápidos. Se você busca visual moderno e conforto imediato, Strinberg pode levar vantagem. Se busca som clássico e facilidade de revenda, vá de Tagima.

Single Coil vs Humbucker: Entenda a Sonoridade

Simplificando ao máximo: **Single Coils** (bobinas simples) são os captadores fininhos das Stratos e Teles. Eles são como uma fotografia de alta resolução: detalhados, brilhantes e mostram cada nuance da sua palhetada.

O problema? Eles captam interferência elétrica (ruído de 60Hz). Se você usar muita distorção, vai ouvir um "zumbido" de fundo.

Os **Humbuckers** (bobinas duplas) são os captadores quadrados das Les Pauls. Eles foram criados justamente para cancelar esse ruído ("buck the hum"). O som é mais comprimido, com mais médios e graves, e menos agudos estridentes.

Eles empurram o amplificador com mais força, criando aquela distorção cremosa e potente do Rock. Se você quer tocar Metal, precisa de pelo menos um Humbucker na ponte.

Perguntas Frequentes

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