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Melhor máquina de solda inversora bivolt: Análise

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
10 min. de leitura

Escolher a melhor máquina de solda inversora bivolt exige atenção a detalhes técnicos que impactam diretamente a produtividade na oficina ou no canteiro de obras. A capacidade de operar tanto em 127V quanto em 220V oferece uma versatilidade crucial para profissionais que atendem em diferentes locais e nunca sabem qual tensão encontrarão.

Este guia elimina as suposições e foca no que realmente importa: estabilidade do arco, ciclo de trabalho real e durabilidade dos componentes internos.

Como Avaliar Ciclo de Trabalho e Amperagem?

O ciclo de trabalho é o dado mais crítico ao comparar inversores de solda. Ele indica quanto tempo a máquina pode soldar continuamente em um período de 10 minutos sem superaquecer.

Por exemplo, uma máquina com ciclo de 60% a 160A consegue soldar por 6 minutos seguidos e precisa descansar 4 minutos. Para serralherias de alta demanda, você deve buscar equipamentos com ciclos superiores a 60% na amperagem máxima.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

A amperagem define a espessura do eletrodo e do material que você pode soldar. Para trabalhos domésticos e pequenos reparos com eletrodos de 2.5mm, uma inversora de 130A é suficiente.

Já para estruturas metálicas que exigem eletrodos de 3.25mm ou 4mm (como o E7018), você precisa de uma máquina que entregue pelo menos 160A reais com estabilidade. Ignorar essa relação resulta em cordões de solda frios e falta de penetração.

As 10 Melhores Inversoras Bivolt em Destaque

1. Inversora ESAB Bantam 3.2 Compacta e Leve

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 11/01/2026

Máquina De Solda Inversora ESAB Bantam 3.2 Bivolt 110v/220v...

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A linha Bantam da ESAB é uma referência histórica em durabilidade e este modelo inversor moderniza esse legado. Esta máquina é a escolha ideal para o profissional de manutenção que precisa de mobilidade extrema sem sacrificar a qualidade do arco.

Ela foi projetada para soldar eletrodos de até 3.25mm inclusive o E7018 com facilidade em redes 220V. Sua construção robusta aguenta o tranco do dia a dia em obras e oficinas móveis.

O destaque técnico aqui é a eficiência energética e a facilidade de abertura do arco. O sistema inversor compensa pequenas flutuações da rede elétrica o que é comum em canteiros de obra instáveis.

Se você busca uma ferramenta que cabe no baú da moto ou na mochila e resolve problemas de solda estrutural leve com confiabilidade de marca premium, a Bantam 3.2 justifica o investimento.

Prós
  • Portabilidade extrema com alça de ombro
  • Arco muito estável e macio
  • Solda E7018 com boa penetração
  • Reconhecimento de tensão automático
Contras
  • Preço mais elevado que concorrentes genéricos
  • Cabos de solda poderiam ser mais longos

2. Inversora Boxer Flama 161A com Função TIG

Nossa escolha
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Inversora de Solda Flama 161A BV 110/220V com Função TIG Raspagem e Ac...

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A Boxer Flama 161A consolidou-se no mercado brasileiro como sinônimo de "Amperagem Real". Diferente de modelos que prometem potência e não entregam, esta máquina é perfeita para serralheiros que exigem uso contínuo.

Ela consegue derreter eletrodos de 3.25mm sem parar (ciclo de 100% em determinadas configurações), o que a torna uma ferramenta de produção e não apenas de reparo.

Além do processo MMA (eletrodo revestido), ela possui capacidade para TIG de raspagem (Scratch Start) ou Lift Arc dependendo da tocha adaptada. O display digital é preciso e facilita o ajuste fino da corrente.

É um equipamento robusto que aguenta ambientes agressivos de serralheria, lidando bem com poeira metálica e uso intenso. Se a sua prioridade é ciclo de trabalho alto por um preço justo, esta é a recomendação principal.

Prós
  • Ciclo de trabalho excepcional
  • Display digital de fácil leitura
  • Derrete eletrodo 3.25mm sem descanso
  • Construção interna reforçada
Contras
  • Tocha TIG geralmente vendida separadamente
  • Um pouco mais pesada que as mini inversoras

3. Super Tork Multiprocesso MIG/TIG/MMA Bivolt

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 11/01/2026

SUPER TORK, Maquina De Solda Inversora Mig Sem Gas Tig Eletrodo Bivolt...

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Para quem deseja versatilidade total, a Super Tork apresenta esta solução 3 em 1. Esta máquina é a escolha certa para oficinas de customização automotiva ou hobbistas avançados que querem migrar do eletrodo para a solda MIG.

A capacidade de usar arame tubular (sem gás) ou arame sólido (com gás) amplia drasticamente as possibilidades de uso, permitindo soldas mais limpas em chapas finas onde o eletrodo furaria o material.

A tecnologia sinérgica presente em muitos modelos da marca facilita a regulagem, ajustando a velocidade do arame automaticamente conforme a voltagem. Isso reduz a curva de aprendizado para iniciantes no processo MIG.

A possibilidade de alternar para TIG Lift ou Eletrodo faz dela uma estação de solda completa ocupando o espaço de uma maleta de ferramentas.

Prós
  • Realiza processos MIG, TIG e MMA
  • Aceita solda MIG sem gás (arame tubular)
  • Excelente para chapas finas automotivas
  • Versatilidade incomparável na categoria
Contras
  • Curva de aprendizado nos ajustes multiprocesso
  • Mecanismo de tração de arame requer cuidado no manuseio

4. Inversora ESAB Bantam 2.5 Ideal para Hobby

Bom e barato
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Máquina De Solda Inversora ESAB Bantam 2.5 Bivolt 110v/220v...

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Esta é a irmã menor da versão 3.2, focada estritamente em portabilidade máxima e pequenos reparos. A ESAB Bantam 2.5 é direcionada para o hobbista ou o profissional de manutenção predial que realiza soldas rápidas em grades, portões e suportes leves.

Seu peso reduzido permite que o usuário trabalhe com a máquina a tiracolo em cima de escadas ou andaimes sem fadiga.

Embora limitada a eletrodos de menor diâmetro (idealmente até 2.5mm para uso contínuo), ela mantém a qualidade de arco da ESAB. O recurso de Hot Start facilita muito a abertura do arco para usuários menos experientes, evitando que o eletrodo cole na peça logo no início.

Não é uma máquina para estruturas pesadas, mas é imbatível na sua proposta de reparo rápido.

Prós
  • Extremamente leve e compacta
  • Qualidade construtiva ESAB
  • Ideal para trabalhos em altura
  • Ótima estabilidade de arco em baixa amperagem
Contras
  • Não recomendada para eletrodos de 3.25mm em uso contínuo
  • Potência limitada para chapas grossas

5. Pró Euro 150A Multiprocesso Flex Sem Gás

A Pró Euro 150A entra no mercado como uma opção de baixo custo para quem quer experimentar a solda MIG sem o investimento pesado em cilindros de gás. Este modelo é focado no uso de arame tubular (flux core), sendo ideal para hobbistas de garagem que fabricam móveis estilo industrial ou fazem reparos em chapas finas.

A ausência de gás torna o conjunto muito mais portátil.

Apesar de ser um equipamento de entrada, ela oferece a flexibilidade de também soldar com eletrodo revestido. O painel é simplificado, o que ajuda iniciantes, mas limita ajustes finos para soldadores experientes.

É uma ferramenta honesta pelo preço, entregando o necessário para projetos DIY (Faça Você Mesmo), mas não deve ser confundida com equipamentos industriais de produção contínua.

Prós
  • Custo-benefício atrativo para multiprocesso
  • Funciona bem com arame sem gás
  • Compacta e fácil de transportar
  • Boa opção para iniciantes no MIG
Contras
  • Acabamento externo em plástico simples
  • Cabos e garra negativa de qualidade inferior

6. Inversora NEVVO Fix1650 160A MMA TIG

A NEVVO Fix1650 busca equilibrar potência e economia. Com 160A nominais, ela promete capacidade para derreter eletrodos de até 3.25mm, atendendo bem a pequenas serralherias e autônomos.

Seu design incorpora ventilação forçada eficiente, o que ajuda a manter o ciclo de trabalho estável em dias quentes, prevenindo paradas térmicas indesejadas durante o cordão de solda.

Este modelo também suporta TIG através do método Lift Arc (tocha não inclusa), permitindo soldas de acabamento mais fino em aço carbono e inox. O display digital é um ponto positivo nesta faixa de preço, permitindo que você saiba exatamente a amperagem configurada, em vez de depender apenas da posição do potenciômetro.

É uma máquina funcional para quem está começando a pegar serviços de solda remunerados.

Prós
  • Display digital integrado
  • Boa ventilação interna
  • Compatível com TIG Lift
  • Preço competitivo para a potência oferecida
Contras
  • Marca com rede de assistência técnica menor
  • Pode apresentar aquecimento em uso industrial intenso

7. Pró Euro GP 170 Compacta com TIG-Lift

A versão GP 170 da Pró Euro oferece um pouco mais de 'gás' que os modelos de entrada de 130A ou 150A. Essa reserva extra de potência é crucial quando se opera em redes elétricas que sofrem queda de tensão, garantindo que o arco não se apague.

É recomendada para quem trabalha com serralheria leve e precisa de um equipamento que aguente eletrodos E6013 de 3.25mm com folga.

O recurso TIG Lift é um diferencial importante para quem trabalha com acabamentos em inox, como corrimãos e guarda-corpos. A máquina é leve o suficiente para ser transportada em uma mão, facilitando a instalação de peças no local do cliente.

A tecnologia inversora IGBT garante baixo consumo de energia, o que é uma vantagem para quem trabalha em residências com disjuntores comuns.

Prós
  • Potência extra para compensar quedas de rede
  • Tecnologia IGBT eficiente
  • Leveza facilita o transporte
  • Bom desempenho com eletrodo 6013
Contras
  • Manual de instruções pouco detalhado
  • Acessórios inclusos são básicos

8. NEVVO Fixmig1355 3 em 1 Multiprocesso

A Fixmig1355 da NEVVO é uma resposta direta à demanda por máquinas versáteis e baratas. Ela foca no público que precisa realizar soldas MIG em locais onde levar um cilindro de gás é inviável.

O uso com arame tubular autoprotegido é o seu ponto forte, permitindo soldas rápidas ao ar livre, onde o vento dissiparia o gás de proteção de uma MIG convencional.

Embora a amperagem máxima seja mais contida, ela é suficiente para chapas de até 3mm ou 4mm, cobrindo a maioria das necessidades de reparos automotivos (funilaria) e hobby. A troca entre processos é relativamente simples.

O usuário deve estar ciente de que, por ser uma máquina compacta, o rolo de arame suportado geralmente é o pequeno (1kg), o que aumenta o custo do consumível a longo prazo.

Prós
  • Permite solda MIG ao ar livre (sem gás)
  • Equipamento 3 em 1 acessível
  • Ideal para funilaria e chapas finas
  • Controles intuitivos
Contras
  • Limitada a rolos de arame pequenos
  • Não indicada para estruturas pesadas

9. Inversora SparkBR 120MMA com Painel Digital

A SparkBR 120MMA define o conceito de máquina de entrada. Ela é projetada especificamente para o usuário doméstico eventual: aquele que precisa soldar o portão que quebrou ou fazer um suporte de prateleira.

Sua baixa amperagem (120A) significa que ela opera melhor com eletrodos de 2.0mm e 2.5mm. Tentar usar eletrodos mais grossos resultará em superaquecimento rápido e cortes de proteção térmica.

O painel digital é uma surpresa agradável nessa categoria, conferindo um visual moderno e auxiliando no ajuste. A grande vantagem aqui é o tamanho e o preço; ela cabe em qualquer gaveta de oficina.

Para quem nunca soldou e quer aprender sem gastar muito, é uma porta de entrada válida, desde que as expectativas de potência estejam alinhadas com a realidade do produto.

Prós
  • Preço extremamente acessível
  • Tamanho ultra compacto
  • Painel digital incluso
  • Suficiente para eletrodos 2.5mm
Contras
  • Baixa potência (não solda 3.25mm bem)
  • Ciclo de trabalho curto
  • Cabos muito curtos

10. Soldadora 160A MMA TIG com Antiaderente

Este modelo genérico de 160A destaca-se pelas funções auxiliares eletrônicas: Anti Stick, Hot Start e Arc Force. O Anti Stick é o melhor amigo do iniciante, pois corta a corrente se o eletrodo grudar na peça, permitindo que você o solte sem danificar a garra ou superaquecer a máquina.

Essas características tornam o processo de aprendizado muito menos frustrante.

Sendo bivolt automático, adapta-se bem a diferentes ambientes. A potência declarada de 160A permite trabalhar com uma gama maior de espessuras de material. No entanto, em máquinas importadas genéricas, é prudente não exigir o limite máximo da máquina por longos períodos para preservar os componentes eletrônicos.

É uma ferramenta utilitária para quem busca funcionalidade pura.

Prós
  • Função Anti Stick evita colagem do eletrodo
  • Hot Start facilita abertura do arco
  • Boa relação custo-benefício
  • Versátil para tensão 110/220V
Contras
  • Durabilidade a longo prazo incerta
  • Pode haver variação na amperagem real entregue

Nossas recomendações de como escolher o produto foram úteis para você?

MMA, TIG ou MIG: Qual Processo Escolher?

  • MMA (Eletrodo Revestido): O mais versátil e barato. Ideal para soldas em áreas externas, com vento ou peças sujas e enferrujadas. É o processo padrão da maioria das inversoras listadas.
  • TIG (Tungsten Inert Gas): Focado em precisão e estética. Perfeito para aço inoxidável, soldas delicadas e tubulações. Exige gás argônio, habilidade manual apurada e limpeza absoluta da peça.
  • MIG/MAG (Metal Inert Gas): O campeão de produtividade. Usa um rolo de arame contínuo. Ótimo para chapas finas e produção em série. Pode ser usado com gás (acabamento perfeito) ou sem gás (arame tubular, acabamento rústico).

Vantagens da Tecnologia Inversora na Serralheria

A substituição dos antigos transformadores pesados pelas inversoras revolucionou a serralheria moderna. A principal vantagem é a portabilidade: uma máquina que antes pesava 30kg hoje pesa 4kg, permitindo solda em altura e locais de difícil acesso.

Além disso, a tecnologia inversora converte a energia de entrada em corrente contínua (DC) de alta frequência, resultando em um arco elétrico muito mais estável, macio e com menos respingos.

Outro ponto crucial é a economia de energia. Inversoras consomem significativamente menos eletricidade que transformadores antigos, aliviando a conta de luz da oficina e permitindo o uso em tomadas residenciais comuns (respeitando a amperagem do disjuntor) sem derrubar a rede elétrica da casa.

Segurança e Acessórios Indispensáveis na Solda

Nunca subestime os riscos da soldagem. A radiação UV emitida pelo arco elétrico pode causar queimaduras graves na pele e nos olhos em segundos. O acessório número um é a máscara de escurecimento automático, que protege a visão e deixa as mãos livres para operar a tocha e a peça.

Luvas de raspa de couro longas são obrigatórias para proteger contra calor e metal fundido.

Além disso, o uso de avental de raspa, perneiras e botas de segurança isolantes é vital. A fumaça da solda (fumos metálicos) é tóxica; portanto, soldar em ambientes ventilados ou usar máscaras respiratórias adequadas não é opcional, é uma necessidade de saúde a longo prazo.

Perguntas Frequentes (FAQ)

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