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Melhor Mesa de Som Yamaha ou Behringer: Qual a Ideal?

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
12 min. de leitura

Escolher entre Yamaha e Behringer é decidir entre a tradição de durabilidade extrema e a inovação focada no orçamento. Se você busca equipamentos que resistam a anos de estrada e ofereçam pré-amplificadores cristalinos, a Yamaha costuma ser a resposta padrão.

Por outro lado, se o seu foco é obter o máximo de recursos, efeitos e canais pelo menor preço possível, a Behringer domina esse segmento. Este guia elimina a confusão técnica e vai direto ao ponto sobre qual equipamento atende suas necessidades de áudio.

Yamaha vs Behringer: Diferenças de Pré-amps e Som

A alma de qualquer mesa de som reside nos seus pré-amplificadores. A Yamaha utiliza os renomados pré-amps D-PRE classe A na linha MG. Estes componentes são famosos por entregar um som gordo, natural e com graves suaves e agudos sedosos.

A distorção é incrivelmente baixa, o que significa que o sinal capturado do seu microfone será fiel à fonte original. Para estúdios de gravação caseiros ou igrejas que prezam pela clareza vocal absoluta, a tecnologia D-PRE da Yamaha oferece uma transparência que é difícil de superar nessa faixa de preço.

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A Behringer contra-ataca com os pré-amplificadores Xenyx e, nos modelos digitais superiores, os aclamados pré-amps Midas. A linha Xenyx oferece um headroom impressionante e uma sonoridade quente que agrada muitos músicos.

Embora modelos de entrada possam apresentar um nível de ruído de fundo (hiss) ligeiramente superior ao da Yamaha quando o ganho está no máximo, a Behringer compensa isso integrando recursos que custariam o dobro na concorrência.

Se você precisa de compressores de botão único e interfaces USB integradas em orçamentos apertados, a topologia de som da Behringer é mais do que suficiente para podcasts, ensaios e apresentações em bares.

As 10 Melhores Mesas Yamaha e Behringer em Análise

Selecionamos os modelos que definem o mercado atual, focando naqueles que resolvem problemas reais de conectividade e mixagem. Abaixo você encontra a análise crítica de cada unidade.

1. Behringer Xenyx 302USB 4 Canais

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 07/01/2026

Behringer 302USB Mesa de Som Analógica de 4 canais...

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A Xenyx 302USB é a porta de entrada definitiva para quem está começando no mundo do áudio digital. O seu maior trunfo é o tamanho ultra-compacto combinado com alimentação via USB.

Isso a torna a companheira ideal para podcasters nômades ou gamers que precisam de uma interface física para controlar o volume do microfone XLR sem ocupar espaço na mesa. Diferente de mixers maiores, você pode jogá-la na mochila do laptop e ter um estúdio de gravação móvel pronto em segundos.

No entanto, é preciso gerenciar as expectativas quanto à potência. O Phantom Power fornecido é geralmente de 15V (ou 48V apenas quando ligada na tomada em algumas revisões), o que pode não ser suficiente para certos microfones condensadores famintos por energia.

A equalização de duas bandas é básica, mas funcional para cortes rápidos de graves ou agudos. Se o seu objetivo é gravar voz sobreip (voice-over) ou ter uma melhoria imediata no áudio das suas videochamadas gastando o mínimo possível, esta pequena mesa cumpre o papel com louvor.

Prós
  • Extremamente portátil e alimentada por USB
  • Interface de áudio integrada para gravação direta
  • Preço acessível para iniciantes
Contras
  • Phantom Power pode não alimentar todos os microfones condensadores
  • Sem botão de liga/desliga dedicado
  • Knobs pequenos podem dificultar ajustes finos

2. Yamaha MG06X Analógica 6 Canais

Nossa escolha
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Mesa de Som Analógica MG 06X Yamaha...

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A Yamaha MG06X é a prova de que tamanho não é documento quando se trata de qualidade de construção. Este modelo traz o chassi de metal robusto característico da série MG, garantindo que o equipamento sobreviva a quedas e transporte constante.

O destaque aqui são os efeitos SPX integrados (Reverb e Delay), que são de qualidade de estúdio. Para cantores solo ou duplas acústicas que se apresentam em cafés e pequenos bares, ter esses efeitos acessíveis sem precisar de pedais externos é uma vantagem gigantesca.

O ponto de atenção é a ausência de conectividade USB. Esta é uma mesa puramente analógica, focada em performance ao vivo e mixagem de sinal, não em gravação digital direta para o computador.

Os pré-amplificadores D-PRE brilham aqui, entregando um som limpo e potente. Se você já possui uma interface de áudio separada ou se o seu foco é apenas o som ao vivo com máxima fidelidade e zero latência, a MG06X é um investimento seguro e duradouro.

Prós
  • Chassi de metal extremamente durável
  • Efeitos SPX de alta qualidade (Reverb/Delay)
  • Pré-amplificadores D-PRE com som cristalino
Contras
  • Não possui interface USB para gravação
  • Saídas principais são XLR ou P10, sem RCA para tape out
  • Fonte de alimentação externa grande e proprietária

3. Behringer Flow 8 Digital com Bluetooth

Custo-benefício
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Mesa Som 8 Canais Bluetooth Interface 24bit Flow 8 Behringer...

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A Behringer Flow 8 representa uma mudança de paradigma, trazendo o poder das mesas digitais para um formato compacto e acessível. O recurso 'EZ-Gain' é um salvador de vidas para quem não entende de estrutura de ganho: ele ouve o sinal e ajusta o nível automaticamente para evitar distorções.

Além disso, a capacidade de controlar a mixagem via aplicativo no celular via Bluetooth oferece uma liberdade que mixers analógicos dessa faixa de preço jamais conseguiriam entregar.

Ela é perfeita para músicos modernos que usam backing tracks, pois permite transmitir áudio via Bluetooth diretamente para o canal. A interface USB multicanal transforma a Flow 8 em uma ferramenta poderosa para home studios.

Contudo, a interface física pode ser confusa para puristas, já que muitos recursos profundos estão escondidos no app e os faders são de curso curto (60mm). Se você está disposto a usar o smartphone como extensão da mesa, a flexibilidade deste equipamento é imbatível.

Prós
  • Recursos de mesa digital (memória de cenas, EQ paramétrico)
  • Controle remoto total via aplicativo Bluetooth
  • Função EZ-Gain ajusta níveis automaticamente
Contras
  • Dependência do app para ajustes finos
  • Faders de curso curto podem ser menos precisos
  • Não possui Phantom Power em todas as entradas de microfone (apenas nas 2 primeiras)

4. Yamaha MG12XU Analógica 12 Canais

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 07/01/2026

Mesa De Som Analógica 12 Canais Mg12Xu Yamaha, Yamaha, Mg12Xu...

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Considerada por muitos como o padrão da indústria para pequenas bandas e igrejas, a Yamaha MG12XU equilibra perfeitamente recursos e confiabilidade. O compressor de botão único nos canais principais é uma ferramenta essencial para domar vocais dinâmicos ou contrabaixos sem precisar de um engenheiro de som experiente.

A interface USB integrada opera em 24-bit/192kHz, garantindo gravações de altíssima fidelidade, compatível inclusive com iPads para setups móveis.

A construção é tanque de guerra, com chassi de metal e potenciômetros firmes. Os faders são suaves e permitem mixagens precisas durante a performance. A única desvantagem real é o preço, que é significativamente mais alto que concorrentes com contagem de canais similar.

No entanto, você está pagando pela longevidade: é comum ver essas mesas operando perfeitamente após uma década de uso intenso. É a escolha lógica para quem não pode se dar ao luxo de ter falhas no equipamento.

Prós
  • Interface de áudio USB de alta resolução (24-bit/192kHz)
  • Compressores de um botão extremamente úteis
  • Confiabilidade e valor de revenda Yamaha
Contras
  • Preço elevado comparado à concorrência
  • Pode aquecer um pouco durante uso prolongado
  • Efeitos são bons, mas edição de parâmetros é limitada

5. Behringer XR18 Digital 18 Canais

Behringer XR18 Mesa de Som Digital com 18 canais...

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A Behringer XR18 revolucionou o mercado de som ao vivo ao eliminar a superfície de controle física. Tudo é controlado via tablet, PC ou smartphone. Isso permite que o técnico de som ajuste a mixagem de qualquer lugar do local, garantindo que o público ouça exatamente o que deve ouvir.

Com pré-amplificadores desenhados pela Midas e um rack de efeitos virtual completo, a qualidade sonora rivaliza com consoles que custam três vezes mais.

Essa mesa é ideal para bandas completas que querem carregar seu próprio sistema de monitoramento in-ear, graças às suas múltiplas saídas auxiliares. O calcanhar de aquiles da XR18 é o seu roteador Wi-Fi integrado, que é notório por ser instável em ambientes lotados.

O uso de um roteador externo de 5GHz é praticamente obrigatório para uso profissional. Superado esse obstáculo técnico, a XR18 é, sem dúvida, o melhor custo-benefício para bandas de médio porte.

Prós
  • 18 canais com processamento digital completo por um preço acessível
  • Interface de áudio multicanal USB para gravação de todos os canais separados
  • Flexibilidade total de mixagem via tablet
Contras
  • Roteador Wi-Fi interno é fraco e exige um externo
  • Sem controles físicos (se o tablet falhar, você perde o controle)
  • Curva de aprendizado íngreme para iniciantes

6. Behringer Xenyx 1002SFX Streaming

A série SFX é a atualização moderna da clássica linha Xenyx, agora focada explicitamente em streamers e criadores de conteúdo. O modelo 1002SFX integra o processador de efeitos Klark Teknik, oferecendo 100 presets que vão de reverbs sutis a modulações criativas.

A grande vantagem aqui é a conectividade USB aprimorada que facilita o 'loopback', essencial para quem faz lives e precisa misturar o áudio do jogo com o microfone e música do PC.

Apesar da modernização, a construção permanece fiel à filosofia de baixo custo da Behringer, utilizando carcaça plástica. Para um setup fixo de streaming em um quarto ou estúdio doméstico, isso não é um problema.

Ela oferece canais estéreo suficientes para conectar sintetizadores, drum machines ou áudio de outros dispositivos, tornando-a um hub central competente para criadores multimídia.

Prós
  • Otimizada para streaming e home studio
  • Processador de efeitos Klark Teknik incluído
  • Versatilidade de entradas estéreo
Contras
  • Construção em plástico
  • Não possui botão de liga/desliga (liga ao conectar na tomada)
  • Equalizador de 3 bandas apenas nos canais mono

7. Yamaha ZG01 para Streaming e Jogos

A Yamaha ZG01 não é uma mesa de som tradicional; é um centro de comando de áudio desenhado especificamente para gamers e streamers. Diferente das mesas MG, a ZG01 possui portas HDMI com passthrough, permitindo extrair o áudio do console de videogame sem latência e mixá-lo com o chat de voz.

O processamento DSP é focado em imersão, com modos de som surround para fones de ouvido e efeitos de voz para o chat.

Para quem faz lives na Twitch ou YouTube, os drivers dedicados permitem separar o áudio do jogo, do chat (Discord) e do sistema em canais virtuais distintos no OBS. Isso resolve a maior dor de cabeça dos streamers: o roteamento de áudio.

Se você toca em uma banda, esta mesa não é para você. Mas se o seu palco é o mundo virtual e você precisa de controle tátil sobre o volume do chat versus jogo, a ZG01 é uma ferramenta cirúrgica.

Prós
  • Gerenciamento de áudio de jogo e chat dedicado
  • Entradas e saídas HDMI para consoles
  • Software ZG Controller oferece personalização profunda
Contras
  • Uso muito específico (não serve para música ao vivo)
  • Preço elevado para um mixer de poucos canais
  • Design visual 'gamer' pode não agradar a todos

8. Behringer Xenyx 502S 5 Canais

Mesa de Som Behringer Xenyx 502s 5 Canais...

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A Xenyx 502S é a definição de simplicidade e funcionalidade analógica. Este modelo é a atualização da lendária 502, mantendo o formato ultra-compacto. É a escolha ideal para situações onde você precisa apenas somar alguns sinais: conectar um teclado e um microfone a uma caixa ativa, ou expandir as entradas de um mixer maior.

A pureza do sinal é surpreendente para o preço, mantendo o ruído baixo em níveis de ganho razoáveis.

A limitação óbvia é a falta de controle. O canal de microfone tem equalizador de 2 bandas, mas os canais estéreo não possuem equalização alguma. Também não há interface USB. Esta é uma ferramenta utilitária para resolver problemas de conectividade imediata, não para produções complexas.

Se você precisa de algo para ensaiar com fones de ouvido em casa sem ligar o computador, a 502S é imbatível no preço.

Prós
  • Preço extremamente acessível
  • Operação muito simples e intuitiva
  • Tamanho reduzido cabe em qualquer setup
Contras
  • Sem interface USB
  • Sem EQ nos canais estéreo
  • Fonte de alimentação externa proprietária

9. Behringer X1222USB 12 Canais com Faders

Behringer X1222USB Mesa de Som de 12 canais...

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A Behringer X1222USB é um cavalo de batalha para pequenas sonorizações e karaokês. O diferencial deste modelo é a inclusão de um equalizador gráfico de 7 bandas na saída principal, permitindo corrigir a acústica da sala ou eliminar microfonias rapidamente.

Além disso, o sistema de detecção de feedback FBQ ajuda visualmente a identificar qual frequência está sobrando, um recurso valioso para operadores de som menos experientes.

Ela oferece faders de 60mm para todos os canais, o que proporciona uma sensação de mixagem mais profissional do que os knobs rotativos de modelos menores. O efeito surround estéreo XPQ 3D é um adicional interessante para dar 'largura' ao som em festas.

Embora a interface USB seja mais antiga (16-bit), ela ainda funciona perfeitamente para gravar o estéreo master da sua apresentação. É uma mesa completa que entrega muito mais recursos do que o preço sugere.

Prós
  • Equalizador gráfico de 7 bandas com detecção de feedback
  • Faders físicos para melhor controle de volume
  • Compressor em 4 canais de microfone
Contras
  • Interface USB é apenas estéreo (não multicanal) e 16-bit
  • Efeitos embutidos são básicos
  • Layout dos botões pode parecer poluído para iniciantes

10. Behringer Xenyx 1202SFX USB

Fechando nossa lista, a Xenyx 1202SFX é o meio-termo ideal entre a portabilidade e a capacidade de mixagem. Diferente da sua irmã menor (1002SFX), este modelo oferece faders para o volume master, o que facilita fade-outs suaves.

Com quatro pré-amplificadores de microfone, ela já permite gravar um podcast com quatro participantes ou uma pequena banda acústica.

A série SFX aposta na versatilidade. Você tem EQ de 3 bandas nos canais mono, processador de efeitos e a conectividade USB essencial para o mundo digital. É uma atualização bem-vinda de designs antigos, trazendo uma estética mais limpa e componentes internos revisados para menor ruído.

Para quem acha a 802 muito pequena e a 1222 muito grande, a 1202SFX acerta em cheio no equilíbrio.

Prós
  • 4 pré-amps de microfone, ideal para podcasts em grupo
  • Fader de master para controle preciso
  • Conectividade USB class-compliant (plug and play)
Contras
  • Faders de canal ainda são knobs rotativos (apenas master é deslizante)
  • Sem botão de mute individual por canal
  • Construção leve pode deslizar na mesa se cabos forem pesados

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Interface USB e Conectividade para Streaming

Muitos usuários compram uma mesa de som hoje pensando em streaming. Aqui, a distinção técnica é vital. As mesas Yamaha (série MG-XU e AG/ZG) geralmente oferecem suporte a taxas de amostragem de até 192kHz e possuem drivers ASIO extremamente estáveis para Windows.

Isso garante baixa latência e qualidade de áudio de estúdio. O recurso de 'Loopback', que permite reenviar o áudio do computador de volta para a live junto com o microfone, é implementado de forma muito intuitiva na Yamaha.

A Behringer, nas linhas Xenyx USB e Q, utiliza drivers genéricos (ASIO4ALL em muitos casos) ou drivers proprietários mais simples, geralmente limitados a 48kHz em modelos de entrada.

Embora suficiente para a maioria das streams, pode haver desafios de configuração de roteamento. No entanto, a nova série Behringer Flow 8 e as mesas digitais XR18 oferecem interfaces multicanal robustas, permitindo que cada entrada seja gravada em uma faixa separada na sua DAW, algo que as mesas analógicas USB simples (que enviam apenas o estéreo L/R) não fazem.

Durabilidade e Construção: Plástico vs Metal

Este é o divisor de águas mais físico entre as duas marcas. A Yamaha constrói a série MG com um chassi de metal revestido a pó. É um equipamento feito para ser jogado em vans de turnê, cair de mesas e continuar funcionando.

Os potenciômetros são fixados internamente de forma a absorver impactos sem quebrar a placa de circuito. Se você planeja levar sua mesa para eventos semanais, a Yamaha paga-se apenas pela resistência mecânica.

A Behringer, para manter o custo baixo, utiliza plásticos de alta resistência ou compósitos em grande parte da linha Xenyx. Não é um material frágil, mas não tem a mesma tolerância a abusos que o metal.

Além disso, em modelos mais baratos, os conectores (jacks) podem parecer um pouco mais soltos com o tempo. Para uso fixo em estúdio ou instalações permanentes onde o equipamento não será movido, a construção da Behringer é perfeitamente adequada.

Mas para a estrada, exige-se um case de proteção rígido (hard case).

Custo-Benefício: Qual Marca Vale o Investimento?

A decisão final resume-se ao seu perfil de uso. Se o seu orçamento é restrito e você precisa de recursos como muitos canais, efeitos e compressão agora, a Behringer é imbatível. Ela democratizou o áudio profissional, permitindo que iniciantes tenham acesso a ferramentas completas.

Uma Xenyx ou uma XR18 entrega mais 'brinquedos' por real investido do que qualquer outra marca.

Por outro lado, a Yamaha é um investimento em paz de espírito. Você paga mais caro por menos recursos extras, mas ganha em pré-amplificadores superiores, durabilidade extrema e valor de revenda.

Uma mesa Yamaha MG usada mantém seu preço muito bem, enquanto equipamentos Behringer depreciam mais rápido. Para aplicações críticas profissionais, onde uma falha não é opção, a Yamaha justifica cada centavo extra.

Perguntas Frequentes

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