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Melhor Violão Tagima ou Strinberg: Comparativo das 10 Opções

Maíra Cotrim
Maíra Cotrim
11 min. de leitura

Escolher o primeiro instrumento ou fazer um upgrade envolve navegar por centenas de especificações técnicas confusas. A dúvida entre Tagima e Strinberg é clássica no mercado nacional.

Ambas dominam o setor de entrada e intermediário com propostas distintas de sonoridade e construção. Este guia elimina a incerteza e vai direto ao que importa: qual violão entrega o som que você precisa pelo preço que você pode pagar.

Não vamos apenas listar especificações de catálogo. Aqui você entenderá como a madeira do tampo afeta o brilho do som, a diferença real entre um corpo Folk e um Grand Auditorium e qual braço é mais confortável para mãos pequenas.

Analisamos a tocabilidade, a qualidade da captação elétrica e a durabilidade do acabamento para definir o vencedor em cada categoria.

Nossas análises e classificações são completamente independentes de patrocínios de marcas e colocações pagas. Se você realizar uma compra por meio dos nossos links, poderemos receber uma comissão. Diretrizes de Conteúdo

Critérios: Acabamento, Timbre e Tocabilidade

Para comparar estas duas gigantes, estabelecemos três pilares fundamentais. O primeiro é o acabamento. Instrumentos nesta faixa de preço costumam ter falhas como trastes mal lixados ou verniz excessivo.

Avaliamos qual marca entrega o produto mais refinado 'fora da caixa'. A Strinberg costuma se destacar visualmente, enquanto a Tagima foca na robustez estrutural.

O segundo critério é o timbre, definido pelas madeiras e pelo formato do corpo. Um violão Folk de aço tem graves encorpados e volume alto, ideal para pop e rock. Já modelos de nylon priorizam a doçura do som para MPB e clássico.

Por fim, a tocabilidade define o conforto. A altura das cordas em relação ao braço e a largura da escala são decisivas para evitar dores nos dedos durante o aprendizado.

Ranking: Os 10 Melhores Violões Tagima e Strinberg

1. Violão Tagima Andes Folk Preto Satin

Maior desempenho
RecomendadoAtualizado Hoje: 10/01/2026

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O Tagima Andes representa a evolução da linha de entrada da marca. Ele é ideal para quem busca a estética e o som de um Violão Folk Cutaway sem o custo das linhas premium. O acabamento Satin (fosco) não é apenas estético.

Ele permite que a mão deslize com mais facilidade pelo braço e evita as marcas de dedo comuns em violões brilhantes. Se você toca rock, pop ou sertanejo e precisa de projeção sonora, este modelo entrega graves presentes característicos do formato Dreadnought.

A construção utiliza madeiras laminadas, o que é padrão na categoria, mas a engenharia da Tagima garante uma boa estabilidade de afinação. O pré-amplificador TEQ-8 é funcional e já vem com afinador embutido, facilitando a vida em palcos ou rodas de amigos.

Contudo, é um instrumento grande. Pessoas de baixa estatura podem sentir desconforto com a caixa de ressonância robusta se tocarem sentadas por longos períodos.

Prós
  • Acabamento fosco facilita a movimentação da mão no braço
  • Graves encorpados típicos do formato Folk
  • Afinador digital embutido preciso
Contras
  • Caixa grande pode ser desconfortável para pessoas menores
  • Cordas de fábrica costumam ser simples e exigem troca rápida

2. Violão Strinberg SD200C Folk Elétrico Tabaco

Nossa escolha
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O Strinberg SD200C é o concorrente direto dos modelos Folk da Tagima, mas ganha pontos significativos no quesito design e acabamento visual. A cor Tabaco com verniz brilhante confere um ar de instrumento superior.

Ele é perfeito para o músico intermediário que já toca em bares e precisa de um visual mais impactante no palco. O sistema de pré-amplificação da Strinberg, geralmente o SE-60, oferece uma equalização muito responsiva, permitindo moldar médios e agudos com clareza.

Sonoramente, ele tende a ser um pouco mais brilhante que os equivalentes da Tagima devido à construção e ao verniz mais espesso. O corte Cutaway é profundo o suficiente para permitir solos nas notas mais agudas sem malabarismos.

A tocabilidade é fluida, mas fique atento à altura das cordas. Alguns lotes podem vir com a ação um pouco alta, exigindo uma regulagem simples de luthier para ficar perfeito.

Prós
  • Estética superior com acabamento Tabaco refinado
  • Pré-amplificador com excelente controle de equalização
  • Cutaway facilita acesso às notas agudas
Contras
  • O verniz brilhante marca muito com impressões digitais
  • Pode necessitar de regulagem de altura de cordas inicial

3. Violão Tagima Dallas Gran Reserva Sapele

Custo-benefício
RecomendadoAtualizado Hoje: 10/01/2026

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O Tagima Dallas é, sem dúvida, o violão mais onipresente nos bares do Brasil. A versão Gran Reserva eleva o nível utilizando Sapele, uma madeira com características visuais e sonoras similares ao Mogno.

Isso resulta em um som mais quente e focado nos médios, ideal para quem faz base e ritmo vocal. Se você precisa de um instrumento de batalha, que aguenta transporte constante e variações de temperatura, o Dallas é a escolha segura.

Diferente de modelos mais baratos, a série Gran Reserva tem um cuidado maior com os trastes e a escala técnica. O braço é confortável e o instrumento é versátil o suficiente para transitar entre o pop leve e o rock acústico.

A captação piezo é confiável, embora o som plugado possa soar um pouco 'nasal' se não for bem equalizado na mesa de som. É o melhor custo-benefício para quem busca durabilidade e valor de revenda.

Prós
  • Altíssima durabilidade e robustez estrutural
  • Madeira Sapele oferece timbre quente e equilibrado
  • Ótimo valor de revenda no mercado de usados
Contras
  • Som plugado pode exigir equalização externa para tirar o som 'estalado'
  • Design muito comum, sem grande exclusividade visual

4. Violão Strinberg Berlin BE30C Aço

Bom e barato
RecomendadoAtualizado Hoje: 10/01/2026

VIOLAO STRINBERG AÇO ELETRICO BERLIN BE30C NS...

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A linha Berlin da Strinberg foge do tradicional. O BE30C possui um corpo ligeiramente mais compacto e ergonômico que os Folk tradicionais, aproximando-se de um design moderno. Este modelo é fantástico para guitarristas que estão migrando para o violão, pois o braço costuma ter um perfil mais fino e rápido.

A estética é um ponto fortíssimo, com tarraxas blindadas que garantem precisão e um headstock (mão do violão) com design contemporâneo.

Em termos de som acústico, ele tem menos 'peso' nos graves que o Tagima Dallas, mas compensa com uma definição cristalina nos agudos. Isso o torna excelente para dedilhados e arranjos modernos.

O pré-amplificador é discreto e eficiente. No entanto, se o seu objetivo é tocar puramente acústico em luais sem amplificação, o volume natural dele é um pouco menor comparado aos modelos de caixa maior.

Prós
  • Design moderno e ergonômico
  • Braço confortável similar ao de guitarras elétricas
  • Tarraxas blindadas seguram bem a afinação
Contras
  • Volume acústico (desplugado) menor que modelos Folk clássicos
  • Menor presença de graves profundos

5. Violão Tagima Paraty Nylon Alpha Series

O Tagima Paraty é um violão de nicho específico e muito eficaz no que propõe. Ele é um modelo 'flat' ou de caixa fina, com cordas de nylon. Sua vocação é o palco. Graças ao corpo fino, ele praticamente elimina o problema de microfonia (feedback) que assombra violonistas de nylon em volumes altos.

É a escolha perfeita para músicos de MPB, Bossa Nova ou Samba que tocam em conjuntos amplificados.

A tocabilidade é extremamente macia, lembrando uma guitarra. O acesso às últimas casas é total. Porém, é crucial entender sua limitação: o som desplugado é baixo e magro. Não compre este violão para tocar na beira da fogueira ou em ambientes sem caixa de som, pois ele soará como um 'violão de brinquedo'.

A mágica acontece apenas quando ele está ligado ao amplificador, onde o timbre se revela limpo e definido.

Prós
  • Corpo fino é extremamente confortável e leve
  • Elimina microfonia em volumes altos no palco
  • Braço macio ideal para acordes complexos de MPB
Contras
  • Som acústico (desplugado) quase inexistente
  • Não serve para rodas de música sem amplificação

6. Violão Tagima Rio Negro Grand Auditorium

O Tagima Rio Negro traz o formato Grand Auditorium, que é o meio-termo perfeito entre o gigante Folk e os violões clássicos menores. Ele possui uma cintura mais estreita, o que o torna muito mais confortável para tocar sentado, encaixando-se melhor na perna.

Sonoramente, ele é mais equilibrado que o Folk. Enquanto o Folk 'grita' graves, o Grand Auditorium entrega todas as frequências com a mesma intensidade.

Este modelo é indicado para músicos versáteis que tocam de tudo um pouco, desde dedilhados suaves até batidas de pop rock com palheta. A construção é sólida e o acabamento da série costuma ser muito bem feito.

O único ponto de atenção é que, para quem busca especificamente aquele 'estrondo' de graves para acompanhar voz sem microfone, ele pode parecer um pouco mais contido que o modelo Andes ou Dallas.

Prós
  • Formato ergonômico excelente para tocar sentado
  • Equilíbrio sonoro perfeito entre graves, médios e agudos
  • Visual elegante e moderno
Contras
  • Menos 'ataque' e volume de graves que um modelo Folk puro

7. Violão Tagima Metropolis EQ Ambience

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A série Metropolis da Tagima foca na portabilidade sem sacrificar a qualidade. Este é um violão estilo 'Parlor' ou 'Travel', com corpo reduzido. Ele é a escolha ideal para quem viaja muito, tem pouco espaço em casa ou simplesmente prefere um instrumento menor e mais intimista.

O visual é único e cheio de personalidade, remetendo aos violões de blues do início do século XX.

Apesar do tamanho, o sistema de captação garante que ele soe grande quando ligado em uma caixa de som. Acusticamente, o som é focado nos médios, com um timbre 'boxy' (encaixotado) que é charmoso para blues e folk roots, mas pode estranhar quem está acostumado com o som aberto de violões grandes.

A tocabilidade é ágil, com escala curta que facilita montagem de acordes difíceis.

Prós
  • Extremamente portátil e leve
  • Estética vintage diferenciada
  • Ótimo para blues e fingerstyle
Contras
  • Som acústico com poucos graves (característica do tamanho)
  • Não indicado para quem busca o som padrão de 'violão de churrasco'

8. Violão Strinberg SD200 Folk Mogno Fosco

Esta é uma variação do SD200 que merece destaque pela construção em Mogno (Mahogany) com acabamento fosco. Diferente do modelo Tabaco brilhante, este violão oferece uma estética mais rústica e natural, muito apreciada atualmente.

A madeira Mogno muda a característica do som, tornando-o mais escuro, aveludado e com menos agudos estridentes. É perfeito para acompanhar vozes mais agudas, pois o violão não 'briga' na mesma frequência da voz.

O acabamento fosco 'Open Pore' (poros abertos) permite que a madeira vibre mais livremente, aumentando a sustentação das notas (sustain). Para quem grava em home studio, esse modelo é excelente pois gera menos reflexos indesejados e tem um som mais controlado.

A pegada é confortável, mas exige cuidado extra com a hidratação da madeira, já que não há a camada grossa de verniz protetor.

Prós
  • Timbre aveludado e quente, ótimo para gravações
  • Visual rústico e moderno
  • Maior ressonância devido ao acabamento fosco
Contras
  • Exige mais cuidado com umidade e limpeza
  • Menos brilho nos agudos pode desagradar quem toca solos

9. Violão Tagima Vegas Gran Reserva Dark Mahogany

O Tagima Vegas é um híbrido genial: tem corpo e cordas de nylon, mas com um braço mais fino e confortável, similar ao de violões de aço. Isso o torna a melhor opção para músicos de pop/rock que querem a sonoridade suave do nylon sem enfrentar a 'pegada' difícil e o braço largo dos violões clássicos tradicionais.

A versão Gran Reserva em Dark Mahogany é visualmente deslumbrante.

Ele funciona maravilhosamente bem para MPB, Bossa Nova e até Jazz. O sistema elétrico é competente, permitindo boas apresentações ao vivo. Diferente do Paraty (item 5), o Vegas tem corpo com profundidade normal, então ele possui um bom volume acústico desplugado.

É um instrumento completo, servindo tanto para estudo em casa quanto para shows profissionais.

Prós
  • Braço mais fino (Nut 48mm) facilita para quem vem do aço/guitarra
  • Bom volume acústico e excelente som plugado
  • Estética premium da linha Gran Reserva
Contras
  • Espaçamento das cordas pode ser estreito para violonistas clássicos puristas

10. Violão Tagima Memphis AC-40 Clássico

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O Memphis AC-40 é a porta de entrada definitiva. Este é um violão Clássico Acústico (sem captação), focado 100% no iniciante e no estudante. Suas cordas de nylon são macias e não machucam os dedos de quem está começando, evitando a desistência precoce.

O braço é largo, padrão clássico, o que ajuda o aluno a desenvolver a postura correta da mão esquerda e a limpar o som dos acordes.

Não espere luxo ou madeiras nobres aqui. Ele é feito de Linden, uma madeira leve e funcional. O som é simples, doce e adequado para estudo em quarto. Sua maior vantagem é o preço e a honestidade da proposta.

Se você nunca tocou e não quer investir muito antes de saber se vai gostar, o AC-40 é a recomendação lógica. Contudo, para apresentações ao vivo, ele não serve, pois não tem entrada para cabo.

Prós
  • Melhor preço para iniciantes absolutos
  • Cordas de nylon macias que não ferem os dedos
  • Ideal para aprendizado e postura correta
Contras
  • Não possui captação (não liga em caixas de som)
  • Tarraxas simples podem exigir afinação frequente

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Ação ou Nylon: Qual o Ideal para o Seu Estilo?

A decisão entre cordas de aço e nylon muda completamente sua experiência. Violões de aço (como os Folk e Grand Auditorium da lista) são ideais para Pop, Rock, Sertanejo e Worship.

Eles têm som brilhante, metálico e volume alto. O lado negativo é a tensão das cordas: elas são duras e vão calejar seus dedos nas primeiras semanas. É um 'pedágio' físico que o iniciante paga pelo som potente.

Já o nylon (modelos Vegas, Paraty e Memphis) é sinônimo de conforto e sonoridade aveludada. É obrigatório para MPB, Samba, Bossa Nova e música erudita. As cordas são macias e amigáveis para iniciantes.

Se o seu objetivo é tocar Legião Urbana ou Jorge e Mateus, o aço é melhor. Se for tocar Djavan ou música clássica, vá de nylon. Tentar tocar rock no nylon geralmente resulta em um som sem energia, assim como tocar bossa nova no aço perde a sutileza do estilo.

Tagima vs Strinberg: Qual Marca Vence no Custo?

A batalha é acirrada. A Tagima leva vantagem na tradição e facilidade de revenda. Um Tagima Dallas ou Woodstock é 'cheque visado' no mercado de usados; você vende rápido se precisar.

Além disso, a Tagima tem uma rede de assistência técnica vasta e peças de reposição fáceis de encontrar. Em termos de construção, eles priorizam a funcionalidade e a robustez, sendo verdadeiros 'cavalos de batalha'.

A Strinberg, por outro lado, vence no quesito 'o que você vê'. Eles entregam acabamentos mais luxuosos, designs mais modernos e vernizes mais bonitos pelo mesmo preço da Tagima. Os pré-amplificadores da Strinberg também costumam ser ligeiramente superiores em opções de equalização nas linhas intermediárias.

Resumindo: Escolha Tagima pela segurança e valor de mercado. Escolha Strinberg pela estética e recursos modernos pelo menor preço.

Diferenças entre Folk e Grand Auditorium

  • Formato e Tamanho: O Folk (Dreadnought) é mais quadrado e largo na cintura. O Grand Auditorium (GA) tem a cintura mais fina e curvas mais acentuadas.
  • Conforto: O GA é muito mais ergonômico para tocar sentado, pois encaixa na perna. O Folk pode levantar o ombro direito, causando fadiga em pessoas menores.
  • Som: O Folk projeta mais graves e volume bruto, ideal para batidas (strumming). O GA é mais equilibrado, destacando cada nota individualmente, sendo superior para dedilhados (fingerstyle).
  • Versatilidade: O Grand Auditorium é considerado o 'coringa', funcionando bem para tudo. O Folk é o especialista em acompanhamento e volume.

Perguntas Frequentes

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